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Verdadeira Obra do Espírito, a - 2ª Edição Revisada
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Esta obra é uma exposição de 1João 4 feita com maestria e brilhantismo por Jonathan Edwards, que nos exorta a provar a procedência dos espíritos, de acordo com a recomendação do apóstolo João.Os pensamentos do autor surgiram da necessidade de instruir os cristãos que viveram numa época de grande agitação e confusão, à medida que se faziam todos os tipos de reivindicação espiritual. Não é preciso dizer que a situação no Brasil de hoje apresenta muitas semelhanças.
Páginas: 104
Peso: 0.097
Tamanho: 12 x 18
Edição: 2010
Volume: 1
isbn: 978-85-275-0427-0
Ano Lançamento: 2010

Esta obra é uma exposição de 1João 4 feita com maestria e brilhantismo por Jonathan Edwards, que nos exorta a provar a procedência dos espíritos, de acordo com a recomendação do apóstolo João.Os pensamentos do autor surgiram da necessidade de instruir os cristãos que viveram numa época de grande agitação e confusão, à medida que se faziam todos os tipos de reivindicação espiritual. Não é preciso dizer que a situação no Brasil de hoje apresenta muitas semelhanças.




SUMÁRIO





Prefácio .............................................07


Introdução .........................................09


1. Sinais que supostamente negam uma


obra espiritual ...................................13


2. Sinais bíblicos de uma obra do Espírito


de Deus ............................................45


3. Inferências práticas .........................63






Introdução


Amados, não acrediteis em qualquer espírito, mas avaliai se os espíritos vêm de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo  (lJo 4.1). NA ERA APOSTÓLICA, HOUVE O MAIOR DERRAmamento do Espírito de Deus de todos os tempos, seja em termos de dons e influências extraordinários, seja em termos de realizações comuns, convencendo, convertendo, iluminando e santificando as almas dos homens. Todavia, à medida que as influências do verdadeiro Espírito abundavam, também as falsificações se disseminavam; o Diabo fartou-se em imitar as obras do Espírito de Deus, tanto as comuns quanto as extraordinárias, conforme se evidencia em inúmeras passagens dos escritos apostólicos. Isso tornou indispensável o fornecimento de certas regras à igreja de Cristo, marcas distintivas e claras através das quais ela pudesse prosseguir em segurança, ao avaliar o verdadeiro e o falso, sem correr o risco de ser ludibriada. A exposição dessas normas é o propósito evidente do capítulo 4 de 1João, texto em que tal assunto é tratado de forma mais clara e completa do que em qualquer outro lugar na Bíblia. Com esse objetivo determinado, o apóstolo encarrega-se de suprir a igreja de Deus com sinais do Espírito verdadeiro, que sejam claros, seguros e bem adaptados ao uso e à prática. Para que o assunto pudesse ser abordado de maneira simples e adequada, João insiste nessa temática ao longo de todo o capítulo. Por isso mesmo, é estranho que o que é dito aqui não seja levado em consideração, nos insólitos dias de hoje quando há atividades tão incomuns e amplas nas mentes das pessoas, uma imensa variedade de opiniões e tantas discussões a respeito da obra do Espírito. A exposição do apóstolo João sobre esse assunto é introduzida por uma menção ocasional ao fato de que o Espírito habita em nós, como clara evidência da participação em Cristo. “Quem guarda seus mandamentos permanece em Deus, e Deus nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós: pelo Espírito que nos tem dado.”(lJo 3.24). Consequentemente, podemos inferir que o propósito do apóstolo não é apenas mostrar os sinais pelos quais é possível distinguir o Espírito verdadeiro do falso, por seus dons de profecia e milagres extraordinários, mas é também falar sobre as influências comuns desses sinais na mente do povo de Deus, visando à união com Cristo e à edificação nele, o que também fica claro nos próprios sinais oferecidos, os quais iremos observar mais adiante.As palavras iniciais do texto servem de introdução à exposição sobre os sinais distintivos entre o verdadeiro Espírito e o falso. Antes de definir cada um dos sinais, oapóstolo primeiro exorta os cristãos contra a credulidade ingênua e a prontidão para confiar em toda manifestação ilusória como obra do Espírito verdadeiro. “Amados, não acrediteis em qualquer espírito, mas avaliai se os espíritos vêm de Deus...” Em segundo lugar, o apóstolo adverte quanto à existência de muitas imitações: “...porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo”. Estes não só fingiam possuir o Espírito de Deus em seus extraordinários dons de inspiração, mas também fingiam ser grandes amigos e preferidos de Deus, pessoas eminentemente santas com grande interesse pelas influências da salvação e santificação vindas do Espírito de Deus. Portanto, devemos considerar essas palavras como uma ordem para examinarmos e provarmos as pretensões quanto ao Espírito de Deus, nos dois aspectos acima referidos.


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