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A Oração do Senhor talvez seja a porção bíblica mais conhecida. Ainda hoje ela é amplamente ensinada, mesmo por pessoas que pouco vão à igreja.
Além disso, essa oração é sem dúvida a mais usada na liturgia cristã; no entanto, o fato de constituir ou não um modelo para outras orações é objeto de debates. Caso sua utilidade não seja essa, com qual propósito ela nos foi ensinada? Por mais surpreendente que seja, existe pouquíssima reflexão sobre o assunto.
Por isso, Gerald Bray crê na necessidade de uma nova abordagem da Oração do Senhor para recolocá-la no seu devido lugar.
Páginas: 240
Peso: 0.292
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2009
Volume: 1
isbn: 978-85-88315-80-6
Ano Lançamento: 2009

 


A Oração do Senhor talvez seja a porção bíblica mais conhecida. Ainda hoje ela é amplamente ensinada, mesmo por pessoas que pouco vão à igreja.Além disso, essa oração é sem dúvida a mais usada na liturgia cristã; no entanto, o fato de constituir ou não um modelo para outras orações é objeto de debates. Caso sua utilidade não seja essa, com qual propósito ela nos foi ensinada? Por mais surpreendente que seja, existe pouquíssima reflexão sobre o assunto.Por isso, Gerald Bray crê na necessidade de uma nova abordagem da Oração do Senhor para recolocá-la no seu devido lugar. 



SUMÁRIO




Prefácio ...................................................................................... 7

1. Pai nosso, que estás nos céus!

Santificado seja o teu nome .................................................. 13

2. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade,

assim na terra como no céu .................................................. 57

3. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia ...................................... 99

4. Perdoa as nossas dívidas,

assim como perdoamos aos nossos devedores ......................... 143

5. E não nos deixes cair em tentação,

mas livra-nos do mal ............................................................ 189

6. Porque teu é o Reino, o poder e

a glória para sempre. Amém ................................................. 233

Apêndice: As duas versões da Oração do Senhor ........................ 236

Notas ....................................................................................... 237




Préfacio




A Oração do Senhor, o Pai Nosso, talvez seja a passagem mais conhecida da Bíblia. Mesmo em nosso mundo supostamente “póscristão”, ela é amplamente ensinada e aprendida, mesmo por pessoas que raramente freqüentam a igreja. Quem se lembra do funeral de Diana, princesa de Gales, em 6 de setembro de 1997, pode trazer à memória que se pediu aos dois milhões de pessoas enlutadas ao longo do percurso da procissão que guardassem silêncio absoluto em memória dela, e a seguir, que se unissem na recitação dessa prece — e quantas pessoas dentre a multidão eram capazes de fazê-lo sem hesitar. É verdade que as Escrituras em linguagem moderna, bem como novos estilos de culto, têm criado uma separação entre as gerações, na qual as pessoas de mais idade conhecem a fraseologia tradicional e os mais novos usam formas mais modernas. Entretanto, essa inconveniência é tamanha que a versão do sé- culo XVI, com a qual as pessoas estão mais acostumadas, permanece em uso, mesmo nos estilos litúrgicos mais modernos — algo raro que testemunha a influência dessa oração na cultura comum. Ela é usada até mesmo em contextos seculares, particularmente por lingüistas, que a escolheram como texto para a comparação das características da língua. Seu alcance e universalidade parecem torná-la adequada para isso, para o que também contribui sua relativa brevidade. Essas palavras, como as conhecemos, devem ser usadas na forma de oração? No evangelho de Mateus, Jesus diz os seguidores para orarem “assim”, uma expressão um tanto ambígua, ainda que a passagem paralela de Marcos e de Lucas omita esse qualificativo (Mt 6.9; Lc 11.2). A dificuldade é que praticamente ninguém usou a versão mais curta de Lucas em oração!  No entanto, perto do fim do primeiro século, os cristãos foram aconselhados a usar a versão de Mateus pelo menos três vezes ao dia (Didaquê 8.2), além de figurar quase em todas as fórmulas litúrgicas públicas. Na liturgia com Santa Comunhão do Livro de oração comum de 1662, essa oração era recitada no início da celebração (sem a doxologia) e outra vez quase no final com a adição da doxologia, possivelmente pelo fato de seu tom de louvor e ação de graças constituírem a conclusão apropriada para o ritual. Em um livro recentemente publicado sobre oração, o falecido Huw Parri Owen dedica um capítulo todo à Oração do Senhor, considerada por ele, bem como por muitas outras pessoas que o antecederam, a “oração modelo” da igreja cristã.Ela é indubitavelmente a oração cristã mais usada, mas a possibilidade de prover o modelo para outras orações é objeto de debates. Não existe outra oração litúrgica mais representativa disso, e os cristãos que oram de modo extemporâneo raramente a usam, caso o façam, como guia. Ela mantém a proeminência na consciência cristã, mas permanece única — não imitada e talvez inimitável. É difícil dizer

até que ponto ela pode ser usada como padrão de nossas orações. É claro que suas cláusulas são perfeitas; no entanto, a maioria das pessoas gostaria de adicionar mais elementos às suas orações que suas poucas linhas, e outras formas de oração não podem ser consideradas apenas um desenvolvimento ou um refinamento da Oração do Senhor. Em resumo, apesar de seu conhecimento e uso na liturgia, ela não constitui a fonte de nossas outras orações e, caso a tradição litúrgica da igreja seja um guia, ninguém considerou essa possibilidade.


 

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