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Supremacia de Deus na Pregação
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Este livro apresenta a ideia de que a pregação é um ato de adoração.
"Um poderoso estimulante para pregadores". J. I. Packer."Pessoas estão morrendo famintas da grandeza de Deus, mas muitas delas não fariam este diagnóstico de suas vidas perturbadas. A majestade de Deus é uma cura desconhecida.Há perseguições muito mais populares no mercado, mas o benefício de qualquer outro remédio é sumário e pouco profundo. A pregação que não contém a grandeza de Deus pode entreter por algum tempo, mas não tocará o clamor secreto da alma: Mostra-me a sua glória!". John Piper
Páginas: 112
Peso: 0.166
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2003
Volume: 1
isbn: 85-88315-21-1
Ano Lançamento: 2003

 


Este livro apresenta a ideia de que a pregação é um ato de adoração.  


"Um poderoso estimulante para pregadores". J. I. Packer.“Pessoas estão morrendo famintas da grandeza de Deus, mas muitas delas não fariam este diagnóstico de suas vidas perturbadas. A majestade de Deus é uma cura desconhecida.Há perseguições muito mais populares no mercado, mas o benefício de qualquer outro remédio é sumário e pouco profundo. A pregação que não contém a grandeza de Deus pode entreter por algum tempo, mas não tocará o clamor secreto da alma: Mostra-me a sua glória!”. John Piper


INTRODUÇÃO



Em setembro de 1.966 eu era um estudante da terceira série em véspera de exames finais, especializando-me em literatura no Wheaton College. Havia terminado um curso de Química na escola de verão, estava totalmente apaixonado por Noël e estava mais doente do que nunca, ou do que antes, com mononucleose. O médico me confinou no centro de saúde por três das semanas mais decisivas da minha vida.Foi um período pelo qual não cesso de agradecer a Deus. Naquele tempo, o semestre de aulas do outono começava com a Semana de Ênfase Espiritual. O pregador, em 1.966, foi Harold John Ockenga. Foi a primeira e última vez que o ouvi pregar. WETN, a estação de rádio do estabelecimento  de ensino superior, transmitia as mensagens, e eu escutava deitado em meu leito, a cerca de 200 metros do púlpito. Sob a pregação da Palavra pelo pastor Ockenga, o rumo da minha vida foi definitivamente mudado. Posso me lembrar de como senti meu coração quase explodindo de ansiedade, enquanto escutava – ansiando por conhecer e manusear a Palavra de Deus daquela maneira. Através daquelas mensagens, Deus me chamou para o ministério da Palavra, irresistivelmente e (creio eu) irrevogavelmente. É minha convicção, desde então, que a evidência subjetiva do chamado de Deus ao ministério da Palavra (citando Charles Spurgeon) “é um desejo intenso e completamente absorvente pelo trabalho”. Quando saí do centro de saúde, desisti de Química Orgânica,comecei a estudar Filosofia como matéria secundária, e me empenhei ao máximo para obter a melhor educação bíblica e teológica que pude. Vinte e dois anos mais tarde (nesta preleção, em 1.988), testifico que meu Senhor nunca me deixou duvidar deste chamado. Soa tão claro no meu coração como sempre soou. E simplesmente fico admirando a providência graciosa de Deus – salvandome e chamando-me como servo da Palavra, e duas décadas mais tarde, deixando-me falar sob a insígnia das  Palestras sobre Pregação Harold John Ockenga,  no Gordon-Conwell Theological Seminary. Isto, portanto, é um precioso privilégio para mim. Oro para que este seja um tributo aceitável ao doutor Ockenga, que nunca me conheceu – e, portanto, um testemunho ao fato de que o verdadeiro proveito de nossa pregação não será conhecido de nós, até que todos os frutos de todos os galhos em todas as árvores que brotaram de todas as sementes que semeamos  tenham  amadurecido,por completo,à luz da eternidade. “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei” (Isaías 55.10-11). Dr. Ockenga nunca soube o que a sua pregação fez em minha vida, e, se você for um pregador, pode tomar nota de que Deus irá ocultar de você muito dos frutos produzidos por ele através de seu ministério. Você verá o suficiente  para se assegurar da sua bênção, mas não tanto a ponto de fazer você pensar que poderia viver sem a mesma. Pois o alvo de Deus é glorificar a si mesmo e não o pregador.Isto nos leva ao tema principal:a supremacia de Deus na pregação.Seu esboço é intencionalmente trinitariano: O alvo da pregação: a glória de Deus A base da pregação: a cruz de Cristo O dom da pregação:  o poder do Espírito Santo Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo são o começo, o meio e o fim no ministério da pregação. As palavras do apóstolo tratam de todos os labores ministeriais, especialmente o da pregação:“Porque dele, e por meio dele,e para ele são  todas as coisas.A  ele,pois, a glória eternamente” (Rom 11.36).



 

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