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Série Cruciforme - Como Interpretar a Bíblia
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Este livro mostra que interpretar a Bíblia pode ser algo incrivelmente prático e claro, pois fornece ao leitor princípios básicos para a compreensão da Palavra de Deus.Entre esses princípios o autor enfatiza três pontos importantes: qualquer cristão pode entender a Bíblia. Não é preciso ser um grande acadêmico ou um renomado pregador para compreender as Escrituras;a interpretação bíblica deve ser cristocêntrica. Só estaremos lendo a Bíblia corretamente se estivermos vendo Jesus Cristo em suas páginas; a Bíblia não deve apenas ser compreendida, deve ser também vivenciada em nosso cotidiano.
Título Original: Education or Imitation?
Páginas: 96
Peso: 0.121
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2012
Volume: 1
isbn: 978-85-275-0508-6
Ano Lançamento: 2012



Este livro mostra que interpretar a Bíblia pode ser algo incrivelmente prático e claro, pois fornece ao leitor princípios básicos para a compreensão da Palavra de Deus.Entre esses princípios o autor enfatiza três pontos importantes: qualquer cristão pode entender a Bíblia. Não é preciso ser um grande acadêmico ou um renomado pregador para compreender as Escrituras;a interpretação bíblica deve ser cristocêntrica. Só estaremos lendo a Bíblia corretamente se estivermos vendo Jesus Cristo em suas páginas; a Bíblia não deve  apenas ser compreendida, deve ser também vivenciada em nosso cotidiano.




Sumário


Um Por que a interpretação é tão importante ...............011


Aquilo que você não conhece pode matá-lo


Dois Do jardim para a seara........................................029


Uma breve história da má interpretação


Três Jesus, o intérprete .............................................045


A interpretação se relaciona mais com


imitação do que com educação


Quatro Da interpretação à aplicação..............................061


Jesus, os fariseus e o sábado


Cinco Da eu-logia para a teologia.................................075


Reconhecendo os obstáculos à interpretação





Introdução




Por que a interpretação é tão importante


Aquilo que você não conhece pode matá-lo 


Eu estava sentado na sala de meu apartamento, repleto de fumaça, em Laurel, Maryland, observando Jerry e José. Eles eram típicos rapazes de Nova York e chamavam a atenção de algumas pessoas do meu bairro.O restante de nós, na sala, autodenominava-se “a segunda geração” ou simplesmente “a Gen”.Nós éramos a mais nova geração ativa de bandidos de rua na região de Washington. Todos nós éramos criminosos por natureza e a maioria de nós criminosos aos olhos da lei. Drogas, armas, tráfico, crimes violentos, algemas, identificação criminal, acusação criminal, júri e prisão faziam parte de nossa vida. Naquela época, Washington era conhecida como a capital do assassinato nos Estados Unidos, e com razão. Embora fosse um dos mais conhecidos traficantes de drogas da área, eu era um dos poucos da Gen que ainda não tinha sido preso. Ganhava milhares de dólares por semana vendendo crack e cocaína para pessoas de todos os lugares.Eu me orgulhava disso e também por todos os “irmãos” me respeitarem. Eu também os respeitava. Aprendi muito sobre como ganhar a vida e como sobreviver com esses caras. Outra coisa que eu respeitava neles era a habilidade que tinham de ler as pessoas. Eu mesmo era muito bom nisso, como dizemos nas ruas: “Malandro conhece malandro”. Você respeita aqueles que são como você. Eu confiava a eles a minha própria vida. Fizemos muitas coisas juntos. Vendemos e consumimos drogas, trocamos tiros com gangues rivais, viajamos para vários lugares apenas para gastar dinheiro com algumas garotas, gravamos muitas músicas de rap e vivíamos uns nos apartamentos dos outros. Éramos uma família.Não confiávamos em ninguém, apenas uns nos outros, e este era o motivo de eu estar um pouco surpreso ao ver o respeito com que José e Jerry estavam sendo tratados. Nós nem conhecíamos esses dois caras. Minha mãe “D” os encontrou na rua e os levou para nosso apartamento. Eu não gostei, pois ali vendíamos crack e fumávamos maconha. Isso sem mencionar que policiais disfarçados estavam sempre à espreita se passando por usuários e traficantes de drogas. Eles tinham prendido alguns dos nossos e só isso já nos fazia ficar sempre desconfiados daqueles que realmente não conhecíamos.


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