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Vida Nova
Paulo, o Apóstolo da Graça : sua Vida, Cartas e Teologia
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F. F. Bruce traz neste livro uma exposição de todos os temas importantes no pensamento de Paulo, à medida que se desenvolvem no contexto histórico da sua vida e das suas viagens. Obra muito equilibrada e coerente, o retrato que Bruce pinta de Paulo é convincente sob qualquer perspectiva: histórica, teológica, psicológica, pessoal. Um livro completo e atraente.
Páginas: 464
Peso: 0.670
Tamanho: 16 x 23
Edição: 2003
Volume: 1
isbn: 978-85-88315-18-1
Ano Lançamento: 2003

F. F. Bruce traz neste livro uma exposição de todos os temas importantes no pensamento de Paulo, àmedida que se desenvolvem no contexto histórico da sua vida e das suas viagens. Obra muito equilibrada e coerente, o retrato que Bruce pinta de Paulo é convincente sob qualquer perspectiva: histórica, teológica,psicológica, pessoal. Um livro completo e atraente.




Introdução





Não há nenhuma desculpa a dar pela publicação de mais um livro sobre Paulo do que a que foi dada pelo autor dos Atos de Paulo, do segundo século: o livro foi escrito amori Pauli, por amor a Paulo. Por mais de meio século tenho sido um estudioso e professor de literatura antiga, e a nenhum outro escritor da Antigüidade dediquei tanto do meu tempo e atenção como a Paulo. Também não consigo pensar em nenhum outro escritor, antigo ou moderno, cujo estudo é tão ricamente recompensador como este. Isto se deve a vários aspectos do seu caráter multifacetado: o calor atraente da sua personalidade, sua estatura intelectual, a liberação jubilosa efetuada por seu evangelho da graça redentora, o dinamismo com que ele propagou este evangelho pelo mundo, dedicando sua vida, unicamente, ao cumprimento da comissão que lhe fora confiada na estrada para Damasco (“uma coisa faço”) e trabalhando muito mais do que todos os outros apóstolos — “porém não eu, mas a graça de Deus comigo”. Meu propósito, ao escrever este livro, portanto, é compartilhar com outros um pouco da rica recompensa que eu, pessoalmente, colhi do estudo de Paulo. 


1) Paulo, o escritor de cartas 


De todos os escritores do Novo Testamento, Paulo é o que gravou sua própria personalidade de modo mais inconfundível em seus escritos. É especialmente por esta razão que ele tem assegurado um lugar entre os grandes escritores de cartas da literatura mundial — não por ter composto suas cartas com um olho na propriedade estilística e no veredito de aprovação de um público mais amplo do que o que tinha primeiramente em vista, mas porque elas expressam, de modo tão espontâneo e por isso eloqüente, seu pensamento e sua mensagem.“Ele, certamente, é uma das grandes figuras da literatura grega”, disse Gilbert Murray;e um helenista ainda maior do que Murray, Ulrich von WilamowitzMoellendorff o descreveu como “um clássico do helenismo”. Paulo, disse ele,não adotou diretamente nenhum dos elementos da educação grega, mas não apenas escreve em grego mas pensa em grego; sem percebê-lo, ele serve como executor do testamento de Alexandre, o Grande, levando o evangelho aos gregos:Finalmente, finalmente alguém fala novamente em grego de uma experiência de vida interior nova. Esta experiência é sua fé, que lhe dá certeza da sua esperança. Seu amor radiante abrange toda a raça humana; para lhe trazer salvação ele,alegremente, sacrifica a própria vida, porém a vida nova na alma brota em todo lugar aonde ele vai. Este estilo epistolar é Paulo, o próprio Paulo e nenhum outro.Não é um elogio pequeno de um helenista para helenista para alguém que dizia ser hebreu de hebreus!As cartas de Paulo são nossa principal fonte de informações sobre sua vida e obra; elas são, na verdade, nossa principal fonte de conhecimento dos começos do cristianismo, porque são os documentos cristãos datáveis mais antigos, sendo que as mais importantes foram escritas entre dezoito e trinta anos após a morte de Jesus. Alguns escritores certamente usaram a forma de letra para disfarçar seus verdadeiros pensamentos; A honestidade transparente de Paulo era incompatível com qualquer artificialidade destas. Ele tenta, onde é necessário, ser diplomático,ou escrevendo a seus próprios convertidos ou a pessoas que pessoalmente lhe são desconhecidas; porém, mesmo assim, ele deixa bem claro quais são seus propósitos.Esta espontaneidade foi, sem dúvida, facilitada pelo hábito de Paulo de ditar suas cartas, em vez de escrevê-las ele mesmo. Enquanto dita, ele vê com os olhos da mente aqueles a quem está se dirigindo, e fala como se estivesse face a face com eles. Mesmo recorrendo a amanuenses, o estilo é o dele, especialmente nas “epístolas maiúsculas” (designação usada convenientemente para as cartas aos Gálatas, Coríntios e Romanos). Quando o amanuense era um dos seus companheiros mais próximos, como Timóteo ou Lucas, ele pode ter tido uma liberdade de estilo maior. Mas quando Paulo se empolgava com seu assunto, pode não ter sido fácil para ninguém escrever ao seu ditado. Se seu amanuense seguia o procedimento normal, deve ter redigido o que Paulo ditava com um buril, em tabletes de cera, possivelmente usando algum sistema de abreviaturas, para depois transcrever o texto por extenso em uma folha ou rolo de papiro.


 


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