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Décadas atrás, o evangelicalismo era dado como inerte na academia. Nos últimos cinqüenta anos, porém, o intelectualismo evangélico reviveu produtivamente, sobretudo em disciplinas como história e filosofia. Agora, teólogos evangélicos - entre eles, Alister McGrath - estão tentando mostrar que a herança do movimento provê excelentes recursos para engajamento nos debates eruditos de nossa época.
Páginas: 240
Peso: 0.345
Tamanho: 16 x 23
Edição: 2007
Volume: 1
isbn: 978-85-88315-60-0
Ano Lançamento: 2007

Décadas atrás, o evangelicalismo era dado como inerte na academia. Nos últimos cinqüenta anos,porém, o intelectualismo evangélico reviveu produtivamente, sobretudo em disciplinas como história efilosofia. Agora, teólogos evangélicos – entre eles, Alister McGrath – estão tentando mostrar que a herança do movimento provê excelentes recursos para engajamento nos debates eruditos de nossa época.


Endosso





“McGrath estabelece a singularidade de Jesus e a autoridade da Escritura como características distintivas centrais da teologia evangélica. Depois ele explora as maneiras com que essa teologia é distinguida das posições de outras três, embora possa frutuosamente engajar-se nelas. O resultado é a exploração de o pós-modernismo, o pós-liberalismo e o pluralismo religioso que vêm a ser hoje uma confirmação importante da saúde e vigor do pensamento evangélico contemporâneo.” Citação em PUBLISHERS’ WEEKLY


“O erudito de Oxford apresenta o evangelicalismo como suficientemente maduro e confiante para aprender com outras correntes de teologia contemporâneas, sem comprometer suas qualidades distintas. [...] A obra representa a mais forte declaração de vitalidade intelectual e competitividade que tem aparecido em pelo menos duas décadas.” Roger E. Olson, professor de teologia no Truett Theological Seminary, Baylor University






Sumário


Agradecimentos ....................................................................................................7


Introdução ...........................................................................................................9


Hostilidade evangélica para com a teologia acadêmica ..............................................10


1. O legado fundamentalista ..................................................................................11


2. A dominância do pragmatismo no evangelicalismo ................................................11


3. O secularismo da academia ................................................................................14


4. O elitismo da teologia acadêmica ........................................................................17


A postura defensiva no passado do evangelicalismo ..................................................19


Uma definição operante de evangelicalismo .............................................................20


Propósito e estrutura deste livro ..............................................................................21


1. A singularidade de Jesus Cristo ...........................................................................23


A autoridade de Jesus Cristo ...................................................................................25


Modernismo e domínio ...........................................................................................27


A importância de Jesus Cristo ..................................................................................32


1. A importância revelacional de Jesus Cristo .............................................................32


2. A importância soteriológica de Jesus Cristo ............................................................35


3. A importância mimética de Jesus Cristo .................................................................37


4. A importância doxológica de Jesus Cristo ...............................................................40


5. A importância querigmática de Jesus Cristo ............................................................41


Conclusão .............................................................................................................44


2. A autoridade da Escritura .....................................................................................45


A Escritura e Jesus Cristo .........................................................................................46


A autoridade da Escritura .......................................................................................48


A dimensão libertadora da autoridade da Escritura ......................................................50


Abordagens rivais à autoridade ................................................................................56


1. Cultura ............................................................................................................56


2. Experiência .......................................................................................................60


3. Razão ..............................................................................................................75


4. Tradição ...........................................................................................................80


Autoridade bíblica e crítica bíblica ..............................................................................83





Introdução



Está claro nos dias atuais que o evangelicalismo é a maior e mais ativamente compromissada forma de cristianismo no mundo ocidental. Ultimamente, o futuro do movimento tornou-se assunto de intensa discussão, à luz de seus contínuos sucessos e expansão. Em meu trabalho anterior — Evangelicalism and the Future of Christianity —, explorei uma série de perguntas com respeito à identidade, pontos fortes e pontos fracos do movimento. A presente obra pretende construir sobre esse trabalho anterior, por meio de uma consideração da coerência intelectual do evangelicalismo com vistas a considerar qual poderá ser seu futuro num mundo ocidental pós-moderno, com suas ideologias competitivas e teorias de legitimação amplamente divergentes. O evangelicalismo há muito tempo já passou do estágio em que precisa colocar-se na defensiva sobre qualquer coisa; já é perfeitamente capaz de montar um lance defensável a favor de uma presença justificada dentro da comunidade acadêmica, como opção séria de respeitabilidade intelectual para gente pensante no mundo de hoje. No entanto, o evangelicalismo em geral não tem promovido nenhuma séria tentativa de se engajar na vida intelectual, incentivando crentes a pensar dentro de uma estrutura especificamente cristã por meio de todo o espectro do saber e da cultura modernos.Isso assinala claramente a necessidade do evangelicalismo se engajar nas principais visões de mundo que se podem encontrar em nossos dias, com vistas a colocar as bases para a emergência do que Mark Noll chamou de “a mente evangélica”.Isso só pode ser feito com base em uma visão teológica. Enquanto a “mente evangélica” abraça muitos aspectos da vida, incluindo política e trabalho, seu fundamento, em última análise, precisa ser embasado numa compreensão da natureza e propósitos de Deus. A formação de uma mente evangélica requer confiança na coerência e credibilidade da visão evangélica em geral. No entanto, a despeito de o evangelicalismo já articular uma visão teológica coerente há várias centenas de anos, existe hoje uma relutância perceptível por parte de muitos líderes evangélicos contra seu envolvimento em debate teológico acadêmico. Como se pode explicar essa resistência? Que percepções pode-se ter com respeito à natureza do próprio evangelicalismo? 


Hostilidade evangélica para com a teologia acadêmica


A despeito de sua longa história de reflexão teológica, o evangelicalismo é amplamente visto como o garoto novo no quarteirão acadêmico. Para muitos,não foi um aparecimento bem-vindo. A palavra “evangelicalismo” continua a evocar imagens do anti-intelectualismo, que foi especialmente associado ao fundamentalismo norte-estado-unidense durante as décadas de 1920 e 1930.Há longos anos, porém, o evangelicalismo passou adiante da postura defensiva e super-reacionária desse período crítico. Desde a Segunda Guerra Mundial, passou a mostrar estar cada vez mais preocupado com questões intelectuais,sem enfraquecer ou comprometer, de qualquer maneira, sua preocupação com matérias pastorais e espirituais. Mas esse novo interesse em teologia fez surgir um número de questões relacionadas à identidade e alvos do movimento. Para referir-nos à “coerência intelectual” do evangelicalismo é inevitável falar sobre teologia evangélica. Por causa de sua história recente na América do Norte, uma população significativa dentro do evangelicalismo tem tido acentuada atitude ambivalente para com a teologia nesta última geração. Desde a sua emergência como presença importante no cristianismo global depois da Segunda Guerra Mundial, pelo menos grande parte do movimento evangélico não tem visto engajamento teológico sustentado como prioridade premente em sua agenda substancial. Por que isso? Quatro razões principais podem ser apresentadas, cada uma das quais merece ser mais explorada. Três delas são especialmente associadas ao evangelicalismo da estado-unidense, mais do que ao evangelicalismo britânico. Isso explica, até certo ponto, os éthos intelectuais bem diferentes associados às alas americanas e britânicas do movimento.


 


 


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