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Vida Nova
Mente de Cristo, a: Conversão e Cosmovisão Cristã
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Este livro é composto por uma coletânea formada de artigos inéditos e de uma seleção dos artigos mais relevantes que a autora já escreveu em seu prestigiado blog. Nele Norma Braga submete temas como politicamente correto, "cubanização", "totalitarismo da vítima", homofobia, sexualidade, casamento, justiça social, infanticídio, ateísmo, racismo, pedofilia e arte moderna a uma crítica rigorosa a partir do referencial dos valores cristãos e do bom senso. Ao analisar as mais estranhas ideias defendidas por líderes evangélicos em tempos recentes, Norma trata com imparcialidade conceitos similares e atuantes dentro do arraial evangélico.Para os evangélicos esquerdistas que acham que a crítica contra aborto, feminismo, lobby gay, socialismo, marxismo e outros itens caros à agenda da esquerda é coisa de pastores e teólogos machistas, este livro vai cair como uma bomba no quintal deles.
Páginas: 224
Peso: 0.330
Tamanho: 16 x 23
Edição: 2012
Volume: 1
isbn: 978-85-275-0495-9
Ano Lançamento: 2012

Este livro é composto por uma coletânea formada de artigos inéditos e de uma seleção dos artigos mais relevantes que a autora já escreveu em seu prestigiado blog. Nele Norma Braga submete temas como politicamente correto, “cubanização”, “totalitarismo da vítima”, homofobia, sexualidade, casamento, justiça social, infanticídio, ateísmo, racismo, pedofilia e arte moderna a uma crítica rigorosa a partir do referencial dos valores cristãos e do bom senso. Ao analisar as mais estranhas ideias defendidas por líderes evangélicos em tempos recentes, Norma trata com imparcialidade conceitos similares e atuantes dentro do arraial evangélico.Para os evangélicos esquerdistas que acham que a crítica contra aborto, feminismo, lobby gay, socialismo, marxismo e outros itens caros à agenda da esquerda é coisa de pastores e teólogos machistas, este livro vai cair como uma bomba no quintal deles.





Sumário


Apresentação............................................9


Uma palavrinha inicial ...............................13


Um sonho ...............................................19


Olhos abertos ..........................................19


Felix culpa...............................................29


Sincretismos e santidade ..........................30


Conhecer a Deus .....................................32


Parte 1 — Conversão


Pela fé somente........................................34


Humildade deslocada ................................36


Relativista emocional em remissão .............37


Parte 2 — Crônicas da fragmentação moderna


i A religião secular......................................43


Politicamente Correto e Sabedoria Popular..................45


Conservadorismo, por que não?.................................47


Não à “cubanização”!................................................50


Cristo com um chicote ..............................................53


Os Beatles e a Perestroika .......................................54


Gêmeos heterozigotos.............................................56


A ideologia é má leitora ..........................................60


Justiça cósmica ......................................................65


O pequeno Judas às avessas.....................................................67


A multidão manda pular ............................................................69


Totalitarismo da vítima...............................................................71


Homofobia? .............................................................................75


O Brasil não é o Irã ..................................................................79


Empurrados para o armário.........................................................81


Nem kit gay, nem kit crente .......................................................83


O caso do outdoor.....................................................................86


Aos leitores de Philip Yancey ......................................................89


O testemunho do mundo............................................................93


Virilidade ..................................................................................94


Mulheres que não têm tempo......................................................97


Sentidos do casamento ..............................................................98


Paulo, Calvino e a sexualidade humana .......................................99


Meu machismo residual...............................................................103


Uma estranha obsessão ..............................................................110


O caso Roe vs. Wade ..................................................................112


A história de Marcela.....................................................................113


 “Abortem-se os pobres!”...............................................................114


Peter Singer e o infanticídio............................................................115


Pedofilia, infanticídio simbólico .......................................................118


Infanticídio indígena e justificações  antropológicas ...........................121


Uma história de racismo............... 123


Fifty-fifty....................................... 123


A estudante de psicologia ............. 125


A fé faz bem à saúde ..................... 127


Transcendência desviada............... 128


O discurso acadêmico mis à nu..... 129


Pequeníssima história da arte


moderna................................... 133


A arte como antitranscendência.... 134


ii O secularismo religioso............137


A verdade não existe ..................... 139


Show de horrores.......................... 141


Ortodoxia e o Distinctio ............... 145


As divisões do gnosticismo ........... 149


Um evangelho gnóstico ................ 152


Os pequeninos de Jesus ................ 154


A lógica e a fé ............................... 156


Sou pastor, mas...   ....................... 158


Aconselhamento para morte ......... 159


Camuflagens linguísticas .............. 162


O Pastor e o Filósofo .................... 156


Outro deus ................................... 167


Outra espiritualidade.................... 173


Transferência de poder.................. 178


Parte 3 — Antídoto


Os dois infinitos ........................... 185


Estar no mundo sem ser do


mundo ..................................... 185


My Way e Comme d’habitude......... 186


Garfos a postos............................. 187


Epitáfio ........................................ 189


Kaspar Hauser .............................. 190


Julgar e discernir........................... 191


Você tem que entrar para sair ....... 191


Perfeita liberdade.......................... 193


Reflexão óbvia sobre os


palavrões .................................. 194


Persona ......................................... 195


Eu, agente semissecreta da fé ........ 196


Inconsciência e um novo


discurso.................................... 197


Sola Scriptura................................ 200


Meios de graça.............................. 204


O reino da interioridade............... 206


Maternidade................................. 212


Dezenove semanas de amor .......... 215


O novo mandamento ................... 221


Epílogo: A mente de Cristo ............. 223






Uma palavra inicial


Quando eu era novinha, cursando a formação de professores da Aliança Francesa,uma das professoras de literatura abordou e distribuiu em sala alguns poemas de Baudelaire (de As flores do mal) para que preparássemos apresentações individuais. A mim coube La chevelure (“A cabeleira”), um poema bastante longo e que, na época, julguei um tanto cansativo e despropositado. Na tradução de Guilherme de Almeida,começa assim:Ó tosão que até a nuca encrespa-se em cachoeira!Ó cachos! Ó perfume que o ócio faz intenso!Êxtase! Para encher à noite a alcova inteiraDas lembranças que dormem nessa cabeleira,Quero agitá-la no ar como se agita um lenço!Em seguida, o poeta descreve todas as sensações e associações que a cabeleira lhe desperta. Na cabeleira vivem “uma Ásia voluptuosa e uma África escaldante”, acham-se os cheiros de “óleo de coco, almíscar e alcatrão”, podem-se cultivar “a pérola, a safira e o jade”. Um mundo de exotismo e sensualidade é despertado pelos cabelos da amada. Porém, achando que isso era pouco, e cega para o resto, quis ver mais no poema. E vi: falei em sala, para minha vergonha, da relação entre impérios e colônias, dominador europeu e dominado africano ou asiático, opressor e oprimido. Transformei a paixão do poeta pela dona da cabeleira em uma luta de poder que absolutamente não constava do texto.A professora, de queixo caído, apenas sussurrou um talvez involuntário “Quelle horreur!”, enquanto eu e uma amiga entusiasmada enxergávamos fantasmas progressistas desfilando sem parar pela exaltação baudelairiana da cabeleira. Que horror, de fato!Mais tarde, eu me “redimi”, apresentando o mesmo poema a um examinador da formação de professores (diploma de Nancy) e, anos depois, a alunos. No entanto, até hoje o episódio me parece emblemático do quanto minha inconfessada cosmovisão, ao ponto da quase completa inconsciência, solapou os sentidos diante de mim,gerando uma leitura espúria e uma total alienação do texto. A conclusão, anos depois, foi inevitável: eu era esquerdista e não sabia! Nunca sustentei o sistema socialista, e até zombava do radicalismo militante, mas um marxismo abstrato, diluído, empapava meus miolos sem meu consentimento ativo. Somente quando me converti é que isso se tornou claro para mim: nós nos apropriamos de dados da cultura, quer queiramos, 14 a mente de cristoquer não. Somos esponjas de nosso tempo — muito mais do que nossa consciência romântica (supostamente “autônoma”) nos faz crer. No meu caso, somente a conversão ao cristianismo me proporcionou o distanciamento necessário para a triagem do que devo ou não endossar.


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