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História do Cristianismo ao Alcance de Todos
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O autor, Dr. Bruce Shelley faz com que a história da Igreja tenha vida neste livro clássico. Uma obra que se distingue de outras por sua clareza. Está dividido em oito partes segundo as grandes eras da igreja. O livro é atual e o autor trata dos fenômenos contemporâneos como mega-igrejas e cultos voltados para não-crentes. Ele ressalta os efeitos da mídia em massa na comunicação do evangelho no mundo e a abertura das sociedades anteriormente fechadas para o testemunho do evangelho. Além disso, trata da história como a história de pessoas suas motivações, questões que tiveram que enfrentar, decisões que tomaram e o resultado é que a história é lida de maneira dramática e empolgante.
Páginas: 592
Peso: 0.810
Tamanho: 16 x 23
Edição: 2004
Volume: 1
isbn: 978-85-88315-24-2
Ano Lançamento: 2004


O autor, Dr. Bruce Shelley faz com que a história da Igreja tenha vida neste livro clássico. Uma obra que se distingue de outras por sua clareza. Está dividido em oito partes segundo as grandes eras da igreja. Olivro é atual e o autor trata dos fenômenos contemporâneos como mega-igrejas e cultos voltados para não-crentes. Ele ressalta os efeitos da mídia em massa na comunicação do evangelho no mundo e aabertura das sociedades anteriormente fechadas para o testemunho do evangelho. Além disso, trata dahistória como a história de pessoas  suas motivações, questões que tiveram que enfrentar, decisões que tomaram e o resultado é que a história é lida de maneira dramática e empolgante.




SÚMARIO


Prefácio, xi


Prólogo, xiii


O PERÍODO DE JESUS E DOS APÓSTOLOS 6 A.C.-70 D.C.


1. Andando com o rei, 3


O movimento Jesus


2. O vinho velho e o novo, 15


O evangelho para os gentios


A ERA DO CRISTIANISMO CATÓLICO 70-312


3. Somente pessoas sem valor, 31


Cristianismo católico


4. Se o Tibre transbordar, 43


A perseguição aos cristãos


5. Discutindo a vinda do Messias, 53


O nascimento da ortodoxia


6. A escolha dos livros bíblicos, 65


A formação da Bíblia


7. Escola para pecadores, 77


O poder dos bispos


8. De apóstolos a intelectuais, 87


Os alexandrinos


A ERA DO IMPÉRIO ROMANO CRISTÃO 312-590


9. Abrindo mão do cetro, 101


A conversão do Império



10. Detalhes decisivos, 111


A doutrina da Trindade


11. Emanuel!, 121


Cristo nos Credos


12. Exilados da vida, 131


O início do monasticismo


13. O sábio da Idade Média, 141


Agostinho


14. Pedro como “pontífice máximo”, 151


O início do papado


15. Entre o céu e a Terra,161


Ortodoxia oriental


16. Os vencedores se curvam, 173


Missões para os bárbaros


A IDADE MÉDIA CRISTÃ 590-1517


17. O cônsul de Deus, 185


Gregório, o Grande


18. A busca de unidade, 195


Carlos Magno e a cristandade


19. Alçado de uma maneira mística, 207


O papado e as cruzadas


20. O néctar do conhecimento, 219


O escolasticismo


21. Uma canção para a senhorita pobreza, 231


O estilo de vida apostólico


22. Homens adormecidos e a lei da necessidade, 243


O declínio do papado


23. Julgamento ao longo do tempo, 253


Wyclif e Hus


A ERA DA REFORMA 1517-1648


24. Um javali selvagem na vinha, 265


Martinho Lutero e o protestantismo


25. Discipulado radical, 275


Os anabatistas



26. Obrigado a entrar no jogo, 285


John Calvin


27. A maldição da coroa, 295


A igreja da Inglaterra


28. “Um outro homem” em Manresa, 303


A Reforma católica


29. Abrindo a rocha, 313


América do Norte e Ásia


30. O governo dos santos,  325


O puritanismo


31. Sem vontade de morrer por uma velha idéia, 335


Denominações


A ERA DA RAZÃO E DO REAVIVAMENTO 1648-1789


32. O abalo das estruturas, 345


O culto da razão


33. O coração tem suas razões, 357


Pascal e os pietistas


34. Salvo do incêndio, 369


Wesley e o metodismo


35. Uma nova ordem dos tempos, 381


O grande despertar


A ERA DO PROGRESSO 1789-1914


36. A restauração das fortalezas, 395


O catolicismo na era do progresso


37. Uma nova fronteira social, 407


A Inglaterra no século XIX


38. Ao povo mais distante da Terra, 417


Missões protestantes


39. O destino de uma nação, 429


Uma América cristã


40. Uma ponte para modernistas inteligentes, 441


O liberalismo protestante


41. Nada a perder, a não ser as cadeias, 453


A crise socialista



A ERA DAS IDEOLOGIAS 1914-1996


42. Pichações no muro da vergonha, 467


As ideologias do século XX


43. Imigrantes sem raízes numa sociedade doente, 479


Os evangélicos americanos


44. Novos credos para o café da manhã, 491


O movimento ecumênico


45. O remédio da misericórdia, 501


O catolicismo romano: o Vaticano II


46. Tempo de um fluxo inverso, 513


O cristianismo no Terceiro Mundo


47. A política como um nobre chamado, 523


O cristianismo nos Estados Unidos da geração “eu”


48. A aldeia global, 537


O cristianismo no cenário mundial


Epílogo, 547


Notas, 553


Lista de papas de Leão I aos dias de hoje, 561


Índices onomásticos, 565


Movimentos, 569


Acontecimentos, 571





Epilogo






Hoje, após 2000 anos, o cristianismo é a fé, pelo menos nominalmente, de um terço da população mundial. Iniciada com um punhado de pescadores, coletores de impostos e jovens arruaceiros numa obscura província da Judéia, essa fé se espalhou pelo planeta clamando pela lealdade de cerca de um bilhão de pessoas. Um dos aspectos mais marcantes do cristianismo de hoje é que poucos dos que se professam crentes estudam seriamente a história de sua religião. Antigamente, os adeptos de uma religião raramente se encontravam com os adeptos de outra. Poucos precisavam defender sua religião contra a crítica de uma fé rival. Hoje, contudo, quando os meios de comunicação de massa fazem de todo o mundo nossos vizinhos, a ignorância dos cristãos é difícil de se justificar. O movimento de separação entre Estado e igreja acabou por remover a religião do ensino público. Mas mesmo a “educação cristã” em muitas denominações tem feito pouco para oferecer a seus membros um entendimento adulto da fé que eles professam. Será, então, motivo de surpresa ver um cristão de hoje cometer erros grosseiros sobre sua crença ou defender alguma prática pagã como conduta “cristã”? Cristãos informados podem se sentir tentados a perguntar: “Se ao justo é difícil ser salvo, que será do ímpio e pecador?” (1Pedro 4.18). Mas eles sabem que a falha humana é apenas metade da história. Eles percebem o quanto muitas vezes a própria igreja foi seu pior inimigo e com que freqüência o avivamento vem de um lugar totalmente inesperado. Inúmeras vezes, a igreja descobriu algum poder desconhecido desviar uma ameaça a sua existência ou transformar crise em oportunidade de crescimento. Perseguições ferrenhas serviram para limpar a casa da fé. A proliferação da heresia fez com que se tornassem mais claras as crenças básicas da igreja. E a súbita aparição de hordas bárbaras abriu as portas para uma expansão maior. Essa habilidade de encarar novos desafios e fazer jorrar a fonte de avivamento é um dos segredos do crescimento cristão. Em geral, o caminho para se avançar inclui um olhar determinado para o passado, para a imagem de Deus revelada na história de Jesus. Os cristãos sempre consideraram a época de Jesus e dos apóstolos um modelo para todas as outras épocas. Ela deu à igreja sua fé em Jesus, o Messias ressuscitado e a esperança do perdão dos pecados por seu intermédio. E essa época demonstrou, por meio da vida de Paulo, que o evangelho da graça não conhece limites de nações, raça, sexo e cultura. O cristianismo católico que aceitou essa verdade espalhou-se rapidamente pelo mundo mediterrâneo. Confrontou-se com as idéias estrangeiras do gnosticismo, marcionismo, montanismo e chamaram de mentira a mentira apelando para os escritos apostólicos e para os bispos ortodoxos que os guardavam. Ao mesmo tempo, os cristãos se depararam com o poder de perseguição de Roma e ousaram morrer heroicamente como mártires, testemunhas para outros crentes que seguiram seus passos.




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