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Vida Nova
Grande Tecelão, o: Como Deus nos Molda por Meio dos Acontecimentos da Vida
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Quão diferente viveríamos se acreditássemos que cada evento de nossa vida - desde o alegre ao trágico e ao mundano - fosse parte de um desígnio meticuloso e intencional no qual todos os elementos estão interconectados com uma precisão de tirar o fôlego? Essa é a pergunta que Ravi Zacharias, autor bestseller e palestrante internacionalmente conhecido, responde neste livro.
Páginas: 192
Peso: 0.235
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2009
Volume: 1
isbn: 978-85-88315-84-6
Ano Lançamento: 2009

Quão diferente viveríamos se acreditássemos que cada evento de nossa vida - desde o alegre ao trágico e ao mundano - fosse parte de um desígnio meticuloso e intencional no qual todos os elementos estão interconectados com uma precisão de tirar o fôlego? Essa é a pergunta que Ravi Zacharias, autor bestseller e palestrante internacionalmente conhecido, responde neste livro.




Sumário





Introdução .................................................9


1. Seu DNA tem importância .........................19


2. Suas decepções têm importância ...............33


3. Sua vocação tem importância ....................53


4. Sua moralidade tem importância ...............77


5. Sua espiritualidade tem importância ..........95


6. Sua vontade tem importância ...................111


7. Sua adoração tem importância ..................129


8. Seu destino tem importância .....................151


Epílogo .......................................................169


Apêndice: 25 perguntas fundamentais ............173





Introdução





Dentre os milhares de cartas que recebo a cada ano, muitas enviadas por céticos, sobressaiu-se uma, recém-chegada. O remetente apenas perguntou: “Por que Deus torna tão difícil crer nele? Se eu amasse alguém e possuísse poder infinito, eu o usaria para me apresentar da maneira mais evidente. Por que Deus torna tão difícil sentir sua presença e seus planos?”. Esta é uma pergunta legítima e recorrente. Os teólogos se referem a ela como “a ocultação de Deus”. O cético usa termos mais fortes, referindo-se a ele como o Deus que se esconde e não nos deixa qualquer sinal visível de sua existência. Como podemos encontrar algum sentido ao lidar com essa dificuldade? Alguém poderia negar o desejo sincero de receber uma “visita” periódica de Deus, ou alguma evidência tangível de sua existência? E quem, dentre nós, não gostaria de conhecer seus planos? Por mais vigorosa que pareça a pergunta, afirmo que em nossas respostas devemos lembrar ao questionador que talvez, apenas talvez, a pergunta não tenha sido bem ponderada. Por exemplo,com que frequência gostaríamos que Deus se revelasse: uma vez por dia? Toda vez que houver uma emergência? Gostaríamos de ouvir uma voz dizendo esporadicamente: “Confie em mim”? O interessante sobre esse pedido é que alguns viram a presença de Deus, alguns ouviram sua voz, e, mesmo assim, não lhes foi mais fácil acreditar. O fato é que sempre pedirão evidências a quem afirmar ser todo-poderoso.


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