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Filosofia e fé Cristã - 2ª Edição Revisada
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Neste livro, Colin Brown consegue, com sucesso, alcançar algo praticamente impossível: discutir o pensamento de cerca de 450 filósofos, trazendo-nos um rico panorama dos últimos mil anos da história do pensamento humano.
Páginas: 280
Peso: 0.422
Tamanho: 16 x 23
Edição: 2007
Volume: 1
isbn: 978-85-275-0378-5
Ano Lançamento: 2007

Neste livro, Colin Brown consegue, com sucesso, alcançar algo praticamente impossível: discutir o pensamento de cerca de 450 filósofos, trazendo-nos um rico panorama dos últimos mil anos da história do pensamento humano.Porém, o autor não apenas nos apresenta ao pensamento de vários intelectuais, mas também mostra, com admirável precisão, como tudo isso afeta a fé cristã.




 


Introdução




Prefácio ........................................................................................................ 009


Introdução ................................................................................................... 011


CAPÍTULO 1


FILOSOFIA MEDIEVAL ............................................................................ 017


I. AS RAÍZES DO PENSAMENTO MEDIEVAL .............................................. 017


Agostinho e a igreja primitiva ........................................................................ 017


A filosofia grega ............................................................................................ 019


III. A METAFÍSICA............................................................................................ 021


III. ANSELMO E O ARGUMENTO ONTOLÓGICO .................................... 023


IV. TOMÁS DE AQUINO ................................................................................. 025


As cinco vias ................................................................................................. 026


A doutrina da analogia .................................................................................. 029


IV. A RELEVÂNCIA DA FILOSOFIA MEDIEVAL ........................................... 031


Duas abordagens à verdade na religião ........................................................... 031


A relevância histórica de Aquino .................................................................... 032


CAPÍTULO 2


DA REFORMA ATÉ A ERA DO ILUMINISMO ........................................... 037


III. O BERÇO DO PENSAMENTO MODERNO ............................................ 037


III. OS REFORMADORES E SEUS SUCESSORES .......................................... 039


Lutero .......................................................................................................... 039


A Reforma fora da Alemanha ......................................................................... 040


A filosofia e os reformadores .......................................................................... 041


III. O RACIONALISMO .................................................................................... 045


Descartes ...................................................................................................... 046


Espinosa ....................................................................................................... 049


Leibniz ......................................................................................................... 050


Pascal ............................................................................................................ 052


IV. O EMPIRISMO ............................................................................................ 053


Locke ........................................................................................................... 054


Berkeley........................................................................................................ 056


Hume ........................................................................................................... 058


IV. OS DEÍSTAS INGLESES E SEUS OPONENTES........................................ 063


O reavivamento da teologia natural ............................................................... 064


O deísmo cético ............................................................................................ 065


Respostas ao deísmo ...................................................................................... 067


VI. O ILUMINISMO E O CETICISMO NA


 EUROPA CONTINENTAL ....................................................................... 069


Rousseau ...................................................................................................... 069


Voltaire ......................................................................................................... 071


Lessing ......................................................................................................... 072


Kant ............................................................................................................. 076


CAPÍTULO 3


O FERMENTO DO SÉCULO XIX .......................................................... 095


III. SCHLEIERMACHER .................................................................................. 096


Vida e obras .................................................................................................. 096


A abordagem de Schleiermacher .................................................................... 097


Comentário .................................................................................................. 100


III. HEGEL E O IDEALISMO ........................................................................... 102


O idealismo .................................................................................................. 102


Hegel ........................................................................................................... 104


O avanço do idealismo .................................................................................. 106


III. KIERKEGAARD .......................................................................................... 108


Vida e obras .................................................................................................. 108


A verdade e o cristianismo ............................................................................. 109


IV. O ATEÍSMO E O AGNOSTICISMO .......................................................... 113


Feuerbach .................................................................................................... 113


Marx e o materialismo dialético...................................................................... 114


Nietzsche ...................................................................................................... 116


Comte e o positivismo ................................................................................... 119


Mill e o utilitarismo ....................................................................................... 120


Peirce, James e o pragmatismo ........................................................................ 122


Darwin e a evolução ...................................................................................... 123


IV. TENDÊNCIAS NA TEOLOGIA .................................................................. 126


A teologia liberal ........................................................................................... 126


Reações católicas ............................................................................................ 132


A erudição conservadora ................................................................................ 135i n t r o d u ç ã o




CAPÍTULO 4


A FILOSOFIA E A FÉ NO SÉCULO XX ................................................ 145


III. O POSITIVISMO LÓGICO E A ANÁLISE LINGÜÍSTICA........................ 146


O positivismo lógico ..................................................................................... 146


A reação ........................................................................................................ 150


A linguagem religiosa .................................................................................... 151


III. O EXISTENCIALISMO ............................................................................... 155


Pano de fundo e caráter ................................................................................. 155


Bultmann ..................................................................................................... 158


Tillich ........................................................................................................... 162


III. O NOVO RADICALISMO .......................................................................... 168


O ressurgimento do radicalismo ..................................................................... 168


Bonhoeffer ................................................................................................... 170


Honest to God ............................................................................................. 174


A escola da morte de Deus ............................................................................. 180


IV. O ESPECTRO MAIS AMPLO...................................................................... 183


A filosofia secular britânica: Wittgenstein, Moore e Russell ............................. 183


O humanismo .............................................................................................. 186


Três pensadores independentes: Otto, Buber e  Teilhard de Chardin .............. 189


O neotomismo .............................................................................................. 197


IV. A FILOSOFIA E A TEOLOGIA REFORMADA........................................... 198


Cornelius Van Til .......................................................................................... 199


Karl Barth .................................................................................................... 202


Francis Schaeffer ........................................................................................... 209


CAPÍTULO 5


PÓS-ESCRITO: O CRISTÃO E A FILOSOFIA ............................................. 229


III. LIÇÕES DO PASSADO................................................................................ 229


O caráter incompleto dos sistemas filosóficos ....................................................... 229


Os Perigos de aliar a fé cristã muito estreitamente


    com qualquer sistema filosófico específico ................................................... 230


A teologia natural .......................................................................................... 232


A revelação e a história ................................................................................... 235


III. O VALOR E A TAREFA DA FILOSOFIA DA RELIGIÃO CRISTÃ


O valor da filosofia ........................................................................................ 242


A tarefa da filosofia da religião ....................................................................... 244


Apêndice 1: Uma nota sobre livros ................................................................ 247


Apêndice 2: O marxismo e a fé cristã, por Richard Julius Sturz ....................... 261


 




Introdução




 




Esforço algum da imaginação seria capaz de fazer com que o relacionamento entre a filosofia e a fé cristã fosse descrito como um casamento ideal. Não é ideal, nem, a rigor, pode ser considerado um casamento.Muitos são os cristãos que consideram o interesse pela filosofia como um flerte dúbio e perigoso. E talvez a mesma desconfiança ocorra entre a maioria dos filósofos profissionais de hoje, que nutrem sérias dúvidas quanto à respeitabilidade intelectual desse relacionamento entre filosofia e fé. Restanos, portanto, uma ligação tênue, sustentada por alguns encontros esporádicos e dolorosos. Quando esses dois lados se encontram, o resultado parece ser, com bastante freqüência, uma série de acusações amargas da parte dos filósofos ou uma série de frágeis tentativas da parte dos cristãos, no sentido de emendar as coisas. Ainda assim, mesmo quando acontece de cristãos conseguirem convencer alguns filósofos, muitas vezes parece que o fazem ao preço de transigir com a fé.A bem da verdade, ao longo dos tempos, pessoas bem-intencionadas,de ambos os lados, têm advertido contra qualquer tipo de união. Na igreja primitiva, houve aqueles, como Justino Mártir (c. 100 —  c. de 165) e Clemente de Alexandria (c. de 150 —  c. de 215),que asseguravam a seus leitores que muitos pagãos tinham sido levados à religião verdadeira através da filosofia, e que a filosofia era para os gregos aquilo que o Antigo Testamento era para os judeus. Tais sugestões, no entanto, foram postas de lado por escritores como Tertuliano (c. de 160 —  c. de 220),que rejeitaram tais argumentos, afirmando que a filosofia freqüentemente era a raiz da heresia, e que a sabedoria secular, sem o auxílio da fé, jamais poderia trazer o homem a um conhecimento de Cristo.


 

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