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Deus de Dawkins, o : Genes, Memes e o Sentido da Vida
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Este livro é um confronto crítico com a visão de mundo de Dawkins, e tem a intenção de perguntar se a afamada agressividade de seu ateísmo está realmente fundamentado nos argumentos que ele apresenta.
O que espero encorajar é uma investigação sobre o lugar das ciências naturais na formatação do mundo de nossas mentes e da cultura em que vivemos, com base nos textos publicados por Dawkins.
Páginas: 216
Peso: 0.255
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2008
Volume: 1
isbn: 978-85-88315-70-9
Ano Lançamento: 2008

 


Este livro é um confronto crítico com a visão de mundo de Dawkins, e tem a intenção de perguntar se a afamada agressividade de seu ateísmo está realmente fundamentado nos argumentos que ele apresenta.O que espero encorajar é uma investigação sobre o lugar das ciências naturais na formatação do mundo de nossas mentes e da cultura em que vivemos, com base nos textos publicados por Dawkins.


Súmario



Encontro com Dawkins: um relato pessoal........................................7


1. O gene egoísta: uma visão darwinista do mundo .........................23


Introdução a Dawkins....................................................................25


A nova abordagem: Charles Darwin ................................................29


Os mecanismos da hereditariedade: Mendel e a genética..................34


A descoberta do gene....................................................................39


O papel do DNA na genética...........................................................41


A abordagem de Dawkins: o gene egoísta.......................................46


O rio que saía do Éden: investigando um mundo darwinista ..............54


2. O relojoeiro cego: a evolução e a eliminação de Deus?..................65


A ciência natural não conduz nem ao ateísmo nem ao cristianismo......69


Deus como hipótese explicativa .....................................................73


O caso de William Paley................................................................77


As concepções religiosas de Charles Darwin.....................................90


A reação cristã a Darwin............................................................... 94


 


Introdução



Deparei-me pela primeira vez com uma obra de Richard Dawkins no final de 1977, quando li seu primeiro livro importante, O gene egoísta. Estava completando minha pesquisa doutoral no departamento de bioquímica da Universidade de Oxford, sob a cordial supervisão do professor Sir George Radda, diretor geral do Conselho de Pesquisa Médica. Na época, esforçava-me por entender como membranas biológicas podiam trabalhar de forma tão competente, desenvolvendo novos métodos físicos para estudar o seu comportamento.Apesar de que apenas alguns anos depois O gene egoísta iria alcançar o status de peça de veneração que agora desfruta, era obviamente um livro maravilhoso. Eu admirava o modo incrível de Dawkins lidar com as palavras e sua habilidade em explicar com tamanha clareza as cruciais — apesar de freqüentemente difíceis — idéias científicas. Tratava-se de um texto de divulgação científica em sua melhor forma. Não houve nenhuma surpresa, portanto, quando o New York Times comentou que era “o tipo de texto de popularização da ciência que fazia o leitor se sentir um gênio”. Da mesma forma, somente alguns anos mais tarde se estabeleceria a reputação de Dawkins como o “rottweiler de Darwin”. Porém, mesmo nessa obra inicial, marcas de uma sensível polêmica anti-religiosa podiam ser entrevistas. No tempo de aluno cheguei a acreditar,da mesma maneira que Dawkins, que as ciências naturais exigiam uma visão de mundo ateísta. Mas, naquele momento, não era mais assim. Fiquei naturalmente interessado em ver que tipo de argumentos Dawkins havia desenvolvido em defesa dessa idéia interessante. O que encontrei não foi em especial persuasivo. Ele oferecia algumas confusas tentativas de dar sentido à idéia de “fé”, sem estabelecer uma adequada base analítica e comprobatória para suas reflexões. Senti-me incomodado por causa disso e mentalmente me programei para escrever algum dia umas palavras em resposta. Amo as ciências naturais desde que posso me lembrar de amar qualquer coisa. Quando tinha quase dez anos, construí um pequeno telescópio refletor de forma que pudesse estudar as maravilhas dos céus. Encontrei-me encantado pelas imagens cintilantes das luas de Júpiter e das crateras lunares. Fiquei extasiado pela sensação de estar investigando um universo vasto, impressionante, misterioso e bastante subjugado pela experiência. Um velho microscópio alemão — presenteado por um tio-avô que havia sido chefe de patologia no Royal Victoria Hospital, em Belfast — abriu o mundo da biologia para mim (ainda repousa sobre a minha escrivaninha de estudos). Aos 13 anos eu já fora fisgado. Não havia nenhuma dúvida a respeito do que faria pelo resto de minha vida. Eu estudaria as maravilhas da natureza de Júpiter e das crateras lunares. Fiquei extasiado pela sensação de estar investigando um universo vasto, impressionante, misterioso e bastante subjugado pela experiência. Um velho microscópio alemão — presenteado por um tio-avô que havia sido chefe de patologia no Royal Victoria Hospital, em Belfast — abriu o mundo da biologia para mim (ainda repousa sobre a minha escrivaninha de estudos). Aos 13 anos eu já fora fisgado. Não havia nenhuma dúvida a respeito do que faria pelo resto de minha vida. Eu estudaria as maravilhas da natureza.


 


 

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