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Vida Nova
Descanso Eterno dos Santos, o
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Escrito por Richard Baxter, em sua juventude, em um período de duras provações físicas, estas páginas revelarão uma visão de fé penetrante e de desafio para os cristãos de todas as eras... uma interpretação da peregrinação cristã, em que a importância disso só pode ser compreendida à luz do destino eterno.

Nessa condensação de John T. Wilkinson, fundamentada na segunda edição publicada em 1651, nenhuma mudança aparece nas passagens selecionadas do texto original. A grafia e a pontuação foram modernizadas, mas não à custa do movimento principal do pensamento e do estilo do autor.
Páginas: 272
Peso: 0.290
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2007
Volume: 1
isbn: 978-85-88315-62-4
Ano Lançamento: 2007


Escrito por Richard Baxter, em sua juventude, em um período de duras provações físicas, estas páginas revelarão uma visão de fé penetrante e de desafio para os cristãos de todas as eras... uma interpretação da peregrinação cristã, em que a importância disso só pode ser compreendida à luz do destino eterno.Nessa condensação de John T. Wilkinson, fundamentada na segunda edição publicada em 1651, nenhuma mudança aparece nas passagens selecionadas do texto original. A grafia e a pontuação foram modernizadas, mas não à custa do movimento principal do pensamento e do estilo do autor.


 


 


 


SUMÁRIO


 


Prefácio ...........................................................9


 


Ilustrações ........................................................12


 


Abreviaturas .......................................................12


 


Ensaio introdutório ................................................15


 


1. O texto explicado ...............................................51


 


2. A definição desse descanso ......................................55


 


3. O que esse descanso pressupõe ...................................59


 


4. O que há nesse descanso .........................................67


 


5. Os quatros grandes preparativos para nosso descanso .............81


 


6. Esse descanso mais magnífico, descoberto pela razão .............91


 


7. As maravilhas de nosso descanso .................................99


 


8. A descrição do povo de Deus .....................................129


 


9. A verdade indubitável desse descanso comprovada pelas Escrituras..............................................133


 


10. As razões por que esse descanso está por vir, e por que ele não é desfrutado aqui............................137


 


11. As almas que já partiram desfrutam desse descanso antes da ressurreição, ou não..............................143


 


12. Uma exortação para ajudar os outros a alcançar esse descanso ............147


 


13. Motivos para uma vida celestial .........................................161


 


14. Alguns obstáculos para a vida celestial .................................181


 


15. Alguma ajuda geral para a vida celestial ................................193


 


16. A descrição da grande responsabilidade da contemplação celestial.........203


 


17. Quanto ao momento e ao lugar mais apropriado para essa contemplação, e a preparação do coração para ela.......211


 


18. A consideração como instrumento dessa responsabilidade,e que força ela tem para mover a alma..................221


 


19. Que sentimentos devem ser produzidos, e por meio de quais considerações e objetos, e em que ordem ............225


 


20. Por quais ações da alma se deve prosseguir nesse trabalho da contemplação celestial...........................233


 


21. Algumas vantagens e ajuda para engrandecer e influenciar a alma por intermédio dessa meditação................237


 


22. Como conduzir e guardar o coração ao longo de todo esse trabalho..............................................247


 


23. A síntese, ou resumo de tudo..................................................................................253


 


24. A conclusão...................................................................................................257


 


Notas.............................................................................................................263


 


 


Introdução


 


Na queda de Adão, perdemos não só nosso interesse em Deus e no desfrutar real dele, mas também todo nosso conhecimento espiritual a respeito dele e a verdadeira disposição a tal felicidade. O homem tem agora um coração muito adequado a sua condição atual: estado degradado e espírito vil. E quando o Filho de Deus vem com a graça regeneradora, e descobertas, e propostas de alegria e de glória eternas e espirituais, ele não encontra fé no homem capaz de acreditar nisso. Mas, assim como o homem pobre é incapaz de acreditar que alguém seria capaz de ter a soma de dez mil reais,também os homens dificilmente acreditariam agora que haja tal felicidade como a que outrora tivera, e muito menos que Cristo agora nos busca [...].O apóstolo dedica a maior parte de sua carta para combater esse destempero. Meu texto é sua conclusão, seguindo argumentos profundos; uma conclusão muito útil para todo cristão, aquele que tem o fundamento para todo seu conforto, o fim de todas suas responsabilidades e sofrimentos, a vida e a essência das promessas do evangelho e dos privilégios cristãos, para que você perceba facilmente por que fiz com que esse fosse o assunto deste meu presente discurso. O que poderia ser mais bem-vindo para os homens, sob o fardo das aflições pessoais, tarefas cansativas e sucessões de sofrimentos, que o descanso? Que notícia poderia ser mais bem-vinda para os homens, sob a influência de calamidades públicas e em pregos desagradáveis, bem como sob o peso de pilhagens, de perdas e de acontecimentos tristes — o que é comum a todos nós — que o descanso? Ouvintes, oro a Deus para que dediquem sua atenção, sua intenção de espírito e seu acolhimento, para que vocês dediquem, pelo menos, metade de sua resposta à verdade, à necessidade e à maravilha deste assunto para, desse modo, ter razão de louvarem a Deus enquanto viverem, se escutarem essa mensagem e, como eu,sempre a estudarem.O texto refere-se à afirmação do apóstolo em toda uma proposição [...]: “Portanto”, i.e., claramente se refere à afirmação a seguir: “resta ainda” — como o acordo resta ainda depois da determinação; a execução depois da promessa; o antítipo depois do tipo,e o fim derradeiro depois de todos os meios — um descanso “para o povo de Deus”. Deus tem um povo duplo na igreja: um que é apenas dele, pela vocação comum; e o da aliança, santificado pelo sangue da aliança, a fim de ficar separado dos inimigos declarados de Cristo; e todos sem a igreja que, nesse sentido, não deve ser considerada comum e impura, como o são os judeus e os pagãos;mas, em grande medida, sagrados e santos, como a nação dos judeus e de todos os prosélitos gentios é santa, antes da vinda de Cristo. Estes são chamados de ramos infrutíferos e, portanto, deverão ser cortados. [...] Mas Deus tem um povo particular que é seu por vocação especial, pela aceitação cordial de Cristo, que tem aliança interna e sincera, e é santificado pelo sangue da aliança e pelo Espírito da graça, para que não apenas sejam separados dos infiéis declarados, mas também dos cristãos não regenerados, tornando-se ramos em Cristo e dando frutos; e para estes resta ainda o descanso em meu texto.Ser o povo de Deus sob seu domínio é fato para todas as pessoas, até mesmo para seus inimigos declarados; ser do Senhor por meio da aliança verbal, da profissão de fé e do chamado externo é fato para todos que estão na igreja visível e pertencem a ela, até mesmo traidores e inimigos secretos; mas ser do Senhor por eleição,por união a Cristo, pelo interesse especial, é propriedade particular daqueles que terão esse descanso. [...]Esse descanso é para o povo de Deus graças à certeza, ou apenas graças à possibilidade? [...] A promessa é para os crentes, e eles podem saber (embora de forma imperfeita) que são esse povo; apesar de haver a condição de superar, de permanecer em Cristo e de resistir até o fim, ainda que essa condição tenha sido totalmente prometida, ela ainda continua absolutamente certa por causa da promessa.[...] Embora o propósito eterno de Deus não nos dê nenhum direito ao benefício, [...] ainda assim o evento, ou o desfrutar dele, é certo graças ao decreto imutável de Deus, ao seu desejo eterno de que assim fosse, ao fato de ele ser a causa primeira e infalível que, no devido tempo, isso se realizará, ou resultará.



 

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