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Contextualização - uma Teologia do Evangelho e Cultura
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Neste livro Nicholls propõe que o evangelho seja contextualizado, isto é, apresentado em formas que sejam características da cultura para a qual é levado. O desafio é encontrar formas culturais corretas que conservem a mensagem do evangelho tanto clara quanto bíblica. A fim de conseguir isso, o autor lida com complexas questões sociais, teológicas e hermenêuticas e propõe diretrizes para o futuro das missões.
Título Original: Contextualization: a Theology of Gospel and Culture
Páginas: 96
Peso: 0.152
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2013
Volume: 1
isbn: 978-85-275-0541-3
Ano Lançamento: 2013

Neste livro Nicholls propõe que o evangelho seja contextualizado, isto é, apresentado em formas que sejam características da cultura para a qual é levado. O desafio é encontrar formas culturais corretas que conservem a mensagem do evangelho tanto clara quanto bíblica. A fim de conseguir isso, o autor lida com complexas questões sociais, teológicas e hermenêuticas e propõe diretrizes para o futuro das missões.





S u m á r i o


1. Fatores culturais e supraculturais na comunicação do evangelho ................................7


2. Padrões no movimento da contextualização para o sincretismo..................................25


3. Compreendendo a teologia bíblica .........................................................................51


4. A dinâmica da comunicação transcultural .................................................................73





Introdução




Fatores culturais e  supraculturais na comunicação do evangelho



Uma das maiores crises da nossa era é o colapso das comu­nicações.À medida que o mundo se torna uma comuni­dade global,pessoas de culturas nitidamente diferentes são forçadas a viver juntas,repartir os mesmos recursos naturais e humanos e criar comunidades culturalmente pluralistas.Isso causa tensões na comunicação transcultural,seja nos guetos deprimentes de Chicago,seja nas comunidades multirraciais que lutam em prol da sua identidade e da justiça em Londres e Birmingham. Isso também se aplica a Nairóbi, Singapura e São Paulo.As viagens, a educação, a comunicação em massa, o comércio e a política ressaltam tanto oportunidades quanto dificuldades da comunicação transcultural. Para os cristãos que se comprometem a comunicar um evangelho revelado e universal a pessoas em situações culturais em rápida trans­formação, a tarefa é intensa. A consciência de que os próprios mensageiros são frequentemente produto de mais de uma Contextualização: uma teologia do evangelho e Cultura ,cultura acentua as dificuldades. Os missionários nos países em desenvolvimento, por exemplo, precisam entender pelo menos quatro culturas diferentes: a sua própria cultura, a da Bíblia, a do missionário ocidental que foi o primeiro a trazer o evangelhoe a do povo para o qual estão levando o evangelho. Avanços rápidos nos campos da antropologia e da sociologia ajudaram a voltar o foco da atenção para fatores culturais da comunica­ção e a trazer à existência uma avalanche de teologias culturais.Sinais de insensibilidade culturalCom frequência, comunicadores evangélicos subestimam a im­portância dos fatores culturais na comunicação. Alguns se preo­cupam tanto com a preservação da pureza do evangelho e das formulações doutrinárias dele decorrentes que se tornam insen­síveis aos padrões de pensamento e comportamento culturais das pessoas às quais proclamam o evangelho. Alguns não têm tido consciência de que alguns termos, tais como Deus, pecado, encarnação, salvação e céu, provocam impressões na mente do ouvinte diferentes daquelas que produzem na mente do mensageiro.Até mesmo aqueles ouvintes que tiveram longo contato com missionários cristãos ou com cristãos de seu próprio país podem continuar a dar uma interpretação totalmente dife­rente ao evangelho. Por exemplo, Mahatma Gandhi era um hindu bastante familiarizado com missionários cristãos e com extenso conhecimento da fé e prática cristãs. Folheei pessoal­mente a Bíblia dele certa vez e notei quão cuidadosamente ele sublinhara versículos da passagem do Sermão do Monte (Mt 5—7). Mesmo assim, ele foi capaz de escrever: “Não con­segui ver qualquer diferença entre o Sermão do Monte e o Bhagavad Gita. O que o Sermão descreve de maneira grá­fica, o Bhagavad Gita reduz a uma fórmula científica... Hoje, Fatores culturaiS e supraculturais Na comunicação do evangelho supondo­se que eu fosse privado do Gita e me esquecesse de todo o seu conteúdo, mas tivesse um exemplar do Sermão,derivaria dele a mesma alegria que derivo do Gita”.



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