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Companheiros de Luta - a Importância da Amizade Para o Fortalecimento do Caráter dos Homens de Deus
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A masculinidade não é uma tarefa pequena. Não é fácil ser um homem hoje. Não é fácil ser o esposo e o pai que Deus nos chama para ser nesta cultura de hoje, que rapidamente se desfia e esfarrapa. Já é tempo de atendermos ao chamado do Rei Supremo para compartilhar a comunhão com ele. Já é tempo de os homens de Deus se chegarem à mesa dele e, na companhia de homens, beberem até o fim a nova compreensão de seu Reino e entenderem exatamente o que é preciso para apreciar o papel do homem neste reino.
Páginas: 248
Peso: 0.365
Tamanho: 16 x 23
Edição: 2006
Volume: 1
isbn: 85.88315.46.7
Ano Lançamento: 2006


A masculinidade não é uma tarefa pequena. Não é fácil ser um homem hoje. Não é fácil ser o esposo e o pai que Deus nos chama para ser nesta cultura de hoje, que rapidamente se desfia e esfarrapa. Já é tempo de atendermos ao chamado do Rei Supremo para compartilhar a comunhão com ele. Já é tempo de os homens de Deus se chegarem à mesa dele e, na companhia de homens, beberem até o fim a nova compreensão de seu Reino e entenderem exatamente o que é preciso para apreciar o papel do homem neste reino.






Sumário






Agradecimentos................................................................................9




1.O que os idosos lembram:Juntos é Melhor.....................................................11




2.Um conto sobre três amigos:Vínculo forjado na necessidade...................................21




3.Cavaleiros enferrujados em uma terra hostil:Não é fácil ser um homem hoje...................35




4.A respeito de fortes em árvores e verdadeiros amigos:Quebrar o gelo e começar...............49




5.Rumo à terra alta:Quando a amizade prevalece sobre a lógica.................................63




6.Homens de verdade andam de braços dados:A teologia da amizade (Parte 1).....................81






Introdução






Lembrando dois capítulos de Guerreiro gentil Homens de verdade permanecem lado a lado “Sua amizade era, para mim, mais preciosa que o amor das mulheres!”. Que palavras são essas? Palavras pervertidas? Torcidas? As palavras de algum desviado sexual patético?Não.Um veterano experimentado em guerras escreveu essas palavras depois que seu melhor amigo morreu em batalha. Um guerreiro escreveu essas palavras com a aflição lancinante que apenas um soldado que perdeu um companheiro de luta poderia entender.Palavras torcidas? Não.São palavras diretas e verdadeiras — flechada veloz e pura do coração da Bíblia. Davi escreveu essas palavras depois da morte de seu amigo Jônatas nas encostas cheias de sangue do monte Gilboa.O que o filho de Jessé expressou sem acanhamento nesse lamento foi algo que,durante gerações imemoráveis,queimou fundo na alma de todo homem de uma maneira ou outra.O desejo de ser amigo de um homem. O desejo por uma amizade sem interferências.O anseio por uma amizade tão real,tão forte que compartilha tudo sobre si mesmo e faz promessas profundas e poderosas.Lá no fundo,no cerne, todo homem precisa de um amigo.Lá no fundo,no cerne,todo homem precisa de um irmão com quem andar de braços dados.Lá no fundo,no cerne,todo homem precisa de um companheiro de alma.Homens precisam de amigos que sejam homens Sim,sem dúvida,nossa esposa é nossa companheira mais íntima.Temos que estar prontos para,sem titubear,morrer por nossas esposas e por nossos filhos,e muitos de nós estamos prontos para fazer isso.Mas em meio à disposição de morrer pela família,algo em nós anseia por alguém com quem morrer...alguém ao lado de quem morrer...alguém com quem acertar o passo.Outro homem com um coração igual ao nosso.Foi isso que Davi disse sobre o príncipe Jônatas.Todo guerreiro precisa de um companheiro.Todo piloto de avião de combate precisa do companheiro da asa.Davi expressou algo que até o Exército,com toda sua inaptidão relacional,compreende.Quando você faz algo que estica o próprio tecido da alma, como passar pelas nove semanas da escola de Ranger, no Forte Benning, Geórgia,você precisa de um companheiro.Um “companheiro Ranger”.Essas duas palavras significam muita coisa para mim.Foi meu companheiro Ranger,Lou Francis,que se agarrou em meu braço, e eu no dele, durante 63 dias de incrível trauma físico e mental.Juntos,nós atravessamos a experiência mais dura que qualquer um dos dois já enfrentara até aquele ponto de nossa vida.Algumas podem discordar, mas eu não conheço nenhum regime de treinamento mais intenso no Exército dos Estados Unidos. Esses homens sabem esticar tendão por tendão — tendão físico e tendão emocional — dos jovens.Lembro-me bem da última etapa, a mais intensa de nosso treinamento,chamada “Guerra Não-Convencional.”No auge do inverno, estávamos nos pântanos do oeste da Flórida. Eu jamais imaginara que a Flórida pudesse ser tão fria.Estávamos no final de uma patrulha de vários dias, e quase no fim de nós mesmos.Na maioria daqueles dias, quase não dormíramos e estávamos quase sem comida.Nossa missão específica exigia que prosseguíssemos até um conjunto específico de coordenadas anotadas no canto de nosso mapa.Infelizmente, essas coordenadas estavam do outro lado do rio Yellow.Durante um tempo que pareceu um século, cambaleamos com água do pântano de ciprestes até os joelhos que de tão fria dava dormência.A temperatura estava abaixo de zero, e nossos corpos estavam no limite do suportável. Os tocos de ciprestes, invisíveis sob as águas negras, atacavam nossas canelas e joelhos.E,em algum lugar, ainda tínhamos o rio pela frente.Quando finalmente chegamos ao rio, ele era praticamente indistinguível da água pela qual andáramos. Sabíamos que era o rio apenas pela correnteza rápida e pela ausência de árvores em seu leito.Nosso alvo era um trecho de terra mais alta do outro lado. Sabíamos que não podíamos molhar a roupa, ou o frio acabaria conosco. Por isso, despimosnos e ficamos apenas de cuecas e, conforme fôramos treinados,fizemos umalembrando dois capítulos de Guerreiro gentil 217 bóia com os dois ponchos e protegemos nossos rifles e mochilas.Ao entrar na água gelada,surpreendemos-nos com a força da corrente. Embora soubéssemos nadar mais ou menos bem,fomos arrastados para longe. Foi amedrontador.Buscamos em nosso íntimo uma reserva extra de força e começamos a bater pernas e braços com a força que nos restava.O esforço foi recompensado à medida que nos movemos devagar em direção ao barranco lamacento,o qual,por fim,alcançamos.


 

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