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Através dos Portais do Esplendor
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?Este livro é uma obra-prima, e não digo isso de modo leviano. Desde que
Octavius Winslow escreveu sua magnífica obra Personal Declension and
Revival of Religion in the Soul, em 1841, pouco se escreveu sobre o tema
vital do processo de se desviar dos caminhos de Deus, para o qual todo
cristão é inclinado e do qual todo filho de Deus precisa de libertação. Esta
excelente obra, tão proveitosamente temperada com citações dos puritanos,
deve ser lida várias vezes. Recomendo-a vividamente.?
Martin Holdt, Pastor, Emmanuel Baptist Church, Johanesburgo, África
do Sul; editor da Reformation Africa South
?Solidamente escrito na veia dos antigos clássicos sobre o tema por autores
como Richard Sibbes e Andrew Fulller, esta nova obra do dr. Beeke oferece
uma abordagem útil para o que é um problema perene para a igreja. Isso
porque inevitavelmente há feridos na guerra espiritual na qual estamos
envolvidos, e esta obra apresenta o melhor meio de trazer bálsamo e cura
para sua alma. Altamente recomendada.?
Título Original: Through Gates of Splendor
Páginas: 320
Peso: 0.372
Tamanho: 14 x 21
Edição: 2013
Volume: 1
isbn: 978-85-275-0528-4

Em fevereiro de 1952, cinco missionários enfrentam o desafio de levar o evangelho às tribos indígenas nas florestas do leste do Equador. Seu alvo principal era os Auca, a tribo mais resistente ao contato com os missionários, devido à história de violência e opressão por parte do invasor branco. Seria possível levar uma mensagem de perdão e reconciliação a tal povo? Os missionários acabam sendo assassinados pelos indígenas, gerando questionamentos que ainda hoje são debatidos.Nesses tempos em que o objetivo maior das pessoas parece muitas vezes limitar-se a um cristianismo confortável, essa história nos faz pensar no próprio sentido da vida e da morte, da fé genuína e da entrega irrestrita aos propósitos de Deus.



Endosso



“Este livro é uma obra-prima, e não digo isso de modo leviano. Desde que Octavius Winslow escreveu sua magnífica obra Personal Declension and Revival of Religion in the Soul, em 1841, pouco se escreveu sobre o tema vital do processo de se desviar dos caminhos de Deus, para o qual todo cristão é inclinado e do qual todo filho de Deus precisa de libertação. Esta excelente obra, tão proveitosamente temperada com citações dos puritanos, deve ser lida várias vezes. Recomendo-a vividamente.”Martin Holdt, Pastor, Emmanuel Baptist Church, Johanesburgo, África do Sul; editor da Reformation Africa South “Solidamente escrito na veia dos antigos clássicos sobre o tema por autores como Richard Sibbes e Andrew Fulller, esta nova obra do dr. Beeke oferece uma abordagem útil para o que é um problema perene para a igreja. Isso porque inevitavelmente há feridos na guerra espiritual na qual estamos envolvidos, e esta obra apresenta o melhor meio de trazer bálsamo e cura para sua alma. Altamente recomendada.”Michael Haykin, escritor; Professor de História da Igreja e Espiritualidade Bíblica; Diretor do The Andrew Fuller Center para Estudos Batistas, The Southern Baptist Theological Seminary “Esta obra traz um tratamento completo sobre o difícil assunto do processo de se desviar dos caminhos do Senhor. Contém todas as características clássicas dos escritos de Joel Beeke: é completamente bíblico, calorosamente pastoral, repleto do melhor da sabedoria puritana e relevante para todos os cristãos.Qualquer um de nós pode abandonar a corrida; Joel Beeke nos ajudará a evitar que isso aconteça, mostrando por que este processo acontece e como ele pode ser superado. Que este livro nos ajude a permanecer no percurso todo o caminho até a linha de chegada!”Iain D. Campbell, Ministro, Point Free Church; Moderador 2012, Assembleia Geral da Free Church of Scotland“A força e a beleza desta obra está no fato de que a clareza característica de Joel Beeke, sua fidelidade bíblica, o cuidado inabalável com os detalhes e a sabedoria pastoral ficam evidentes em cada página. Este livro é uma exposição honesta e por vezes arrepiante da gravidade do processo de se desviar dos caminhos de Deus e, ao mesmo tempo, respira infalivelmente o ar da graça e da esperança. Oportuno e sensato, é um livro para ler e reler.






Introdução




Capítulo 1



“Não ouso ficar em casa”



“O santa Juana está a caminho. Estrelas cintilam através da neblina cerrada. Meia lua. Algas luminosas seguem no rastro do navio. O balanço suave das ondas e o impulso constante do vento.”Estava abafado na pequena cabine do cargueiro. Jim Elliot, que viria a ser meu marido, escrevia na caderneta com capa de pano que usava como diário. Era uma noite de fevereiro de 1952. Pete Fleming, colega missionário de Jim, estava em outra escrivaninha. Jim continuou: “Toda a expectativa dos sonhos da infância tomou conta de mim há instantes ali fora, enquanto observava o céu morrer na vastidão do mar. Quando estava na escola primária, meu sonho era velejar, e lembro-me muito bem de ter memorizado 

os nomes das velas registrados no enorme dicionário Merriam Webster da biblioteca. Hoje, estou de verdade no mar — como passageiro, claro, porém no mar — rumo ao Equador. Estranho será? — que os desejos da infância sejam respondidos conforme a vontade de Deus agora?“Partimos do Outer Harbor Dock, em San Pedro, Califórnia, hoje às 14h06. lado a lado,meus pais ficaram observando do píer. Enquanto nos afastávamos, o salmo 60.12 me veio à mente, e gritei para eles: ‘Faremos proezas com Deus’. Meus pais choraram. Não entendo como Deus me criou. Alegria, pura 14 A AtrAvÉs dos portAis do esplendor alegria e gratidão preenchem e envolvem meu ser. Tenho de me segurar para não gritar para Pete: ‘Irmão, isto é sensacional!’ ou ‘A vida nunca foi tão boa’. Deus fez e está fazendo tudo o que sempre desejei, e muito mais do que pedi. Exaltado, exaltado seja o Deus do Céu e o seu Filho Jesus. Porque ele afirmou:‘Nunca te deixarei, jamais te abandonarei’, posso afirmar com ousadia: ‘Não temerei...’”.Jim Elliot descansou a caneta sobre a mesa. Ele era um jovem de 25 anos, alto, ombros largos, cabelo castanho espesso e olhos azuis-acinzentados. Viajava para o Equador — a resposta de anos de oração pedindo que Deus o orientasse na tarefa à qual consagraria a vida. Alguns acharam estranho que  um jovem com tantas oportunidades de ser bem-sucedido tenha optado em gastar a vida nas florestas, entre povos primitivos. A resposta de Jim, encontrada em seu diário, havia sido dada um ano antes:“Minha ida para o Equador é desígnio de Deus, assim como deixar a Betty para trás, e recusar-me a ouvir conselhos de pessoas que insistem em que eu fique e incentive os cristãos nos Estados Unidos. E como sei que é desígnio de Deus? ‘Bendigo o Senhor que me aconselha, pois até durante a noite meu coração me ensina.’ Ah, que maravilha! Pois sei que meu coração me fala por meio de Deus! [...] Não há visões nem vozes, mas o conselho de um coração que deseja o Senhor”.Pete percebeu o estado de ânimo de Jim naquela hora. Pete era mais baixo do que Jim; tinha testa larga e cabelos escuros ondulados. Os dois se entendiam e prezavam um ao outro há muito tempo, e irem juntos para o Equador foi, para eles, um dos “bônus” que Deus lhes acrescentou. Pete, também, enfrentou questionamentos e perguntas discretas ao comunicar que iria para o Equador. Com Mestrado em  literatura, a expectativa era que Pete lecionasse em faculdade ou seminário “Não ouso ficar em casa” A 15 teológico. Mas desperdiçar a vida entre selvagens ignorantes... — isso parecia um absurdo.Somente um ou dois anos antes, os problemas do Equador, no bojo da América do Sul, pareciam distantes. Os dois rapazes tinham conversado com vários missionários que haviam estado lá, e estes descreveram as enormes dificuldades de transporte, educação e desenvolvimento de recursos. A obra missionária havia colaborado muito para ajudar o país a diminuir a distância cultural milenar entre as selvas ancestrais e as cidades modernas. Mas o progresso era lento de dar dó. Há 25 anos os evangélicos trabalhavam entre os Jivaro encolhedores de cabeça, os Quíchua no alto dos Andes e os Colorado pintados de vermelho na floresta ocidental. Os Cayapa da região ribeirinha do nordeste também haviam sido alcançados pelo evangelho, e o plano era chegar, em breve, à tribo Cofan, na fronteira com a Colômbia.No entanto, um grupo de tribos continuava a repelir qualquer avanço do homem branco: os Auca. Eles são remanescentes isolados, inconquistados e seminômades de indígenas da velha floresta. Através do tempo, informações sobre os Auca escapam da selva: por meio de aventureiros, de donos de fazendas, de Aucas capturados, de missionários que conversaram com Aucas capturados ou Aucas que tiveram de fugir das matanças dentro da tribo. Jim e Pete anotavam com muito zelo qualquer informação que recebiam sobre esses indígenas, e os dois ficavam empolgados só de ouvir o nome do grupo. Será que um dia teriam o privilégio de participar da conquista dos Auca para Cristo?Os dois rapazes sabiam que o primeiro missionário a pisar em território Auca — Pedro Suarez, padre jesuíta — tinha sido atravessado por lanças e morto em um posto missionário isolado perto da confluência dos rios Napo e Curaray. Isto foi em 16 A Atraves dos portAis do esplendor 1667. Era possível que seus assassinos fossem ancestrais dos Auca da atualidade.





Sumário



Agradecimentos.................................................................9

Mapa: Território da “Operação Auca” ...................................11

1 “Não ouso ficar em casa” ................................................13

2 Destino: Shandia ...........................................................27

3 “Tudo para com todos” ...................................................35

Fotos...............................................................................37

4 Adaptabilidade infinita ...................................................55

5 “Sacrificável a Deus”.......................................................65

6 Missão entre os Jivaro, os encolhedores de cabeça.............85

7 Destruindo as barreiras da floresta ..................................95

8 Os Auca ......................................................................113

9 Setembro de 1955........................................................125

Fotos.............................................................................127

10 Início da Operação Auca .............................................149

11 Uma corda do céu à terra............................................157

12 A resposta dos indígenas ...........................................169

13 Em busca de “Palm Beach” .........................................183

14 Um Auca no caminho..................................................195

15 Por que os homens foram? ........................................201

16 “Não vamos sozinhos”................................................207

17 Vitória na sexta-feira..................................................221

18 Silêncio.....................................................................229

Fotos.............................................................................237, 2788

A AtrAvÉs dos portAis do esplendor

19 “Todavia, não nos esquecemos de ti”........................... 287

Epílogo I (novembro de 1958)  .........................................295

Fotos..............................................................................298

Epílogo II (janeiro de 1996) ..............................................303

Glossário.........................................................................313








 

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