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Apologética Contemporânea: a Veracidade da fé Cristã
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Com uma linguagem admiravelmente clara, o professor Craig apresenta questões filosóficas e históricas importantes e relevantes para o cristianismo. Com erudição extraordinária, ele esboça os argumentos dos principais pensadores tanto de séculos passados quanto de tempos recentes, e apresenta suas próprias razões para concluir que as doutrinas cristãs tradicionais sobre Deus e Jesus são críveis. Suas respostas aos céticos sobre a existência de Deus, o conhecimento histórico e a ocorrência de milagres, e em particular a ressurreição de Jesus, levam o debate sobre esses assuntos complicados a uma profundidade impressionante. Temos neste livro uma defesa admirável da fé cristã fundamental.
Esta 2.ª edição da obra anteriormente intitulada A veracidade da fé cristã passou por uma completa revisão e ampliação, e hoje é um instrumento ainda mais preciso e indispensável para quem deseja fazer uma defesa racional da fé cristã.
Páginas: 400
Peso: 0.560
Tamanho: 16 x 23
Edição: 2012 - 2ª Edição
Volume: 1
isbn: 978-85-275-0491-1
Ano Lançamento: 2012

Com uma linguagem admiravelmente clara, o professor Craig apresenta questões filosóficas e históricas importantes e relevantes para o cristianismo. Com erudição extraordinária, ele esboça os argumentos dos principais pensadores tanto de séculos passados quanto de tempos recentes, e apresenta suas próprias razões para concluir que as doutrinas cristãs tradicionais sobre Deus e Jesus são críveis. Suas respostas aos céticos sobre a existência de Deus, o conhecimento histórico e a ocorrência de milagres, e em particular a ressurreição de Jesus, levam o debate sobre esses assuntos complicados a uma profundidade impressionante. Temos neste livro uma defesa admirável da fé cristã fundamental.
Esta 2.ª edição da obra anteriormente intitulada A veracidade da fé cristã passou por uma completa revisão e ampliação, e hoje é um instrumento ainda mais preciso e indispensável para quem deseja fazer uma defesa racional da fé cristã.





Súmario




Lista de figuras  .................................................9


Prefácio do autor  ..............................................11


Introdução  .......................................................15


Parte 1: De Fide


1 Como sei que o cristianismo é verdadeiro? ........ 27


Parte 2: De Homine


2 O absurdo da vida sem Deus ............................61


Parte 3: De Deo


3 A Existência de Deus (1)  ..................................89


4 A Existência de Deus (2)  ..................................153


Parte 4: De Creatione


5 O problema do conhecimento histórico ...............201


6 A questão dos milagres ....................................237


Parte 5: De Christo


7 A autocompreensão de Jesus  ...........................275


8 A ressurreição de Jesus  ...................................319


Conclusão: Uma apologética superior  ..................387


Índice remissivo .................................................391


 




Introdução





Que é apologétiCa? apologétiCa (do grego apologia, “defesa”) é o ramo da teologia cristã que procura apresentar uma explicação racional para as verdades afirmadas pela fé cristã. Portanto, apologética é principalmente uma disciplina teórica, apesar de ter aplicação prática. Além de ocupar-se, a exemplo do restante da teologia, com a expressão do nosso Deus amoroso, a apologética serve especificamente para mostrar aos incrédulos a veracidade da fé cristã, para fortalecer essa fé nos salvos e para estudar e apresentar as ligações entre a doutrina cristã e outras verdades. Como disciplina teórica, portanto, a apologética não tem como alvo principal ensinar a responder a questionamentos, a debater ou evangelizar, mas como ciência ela ajuda a fazer tudo isso na prática. Isso significa que um curso de apologética não tem o propósito de ensinar você a responder “assim e assado” quando alguém pergunta “isso e aquilo”. Repetindo, a apologética é uma disciplina teórica que tenta responder a esta pergunta: Que defesa racional se pode fazer da fé cristã? Por isso, a maior parte do nosso tempo passamos tentando responder a essa pergunta.Agora, é inevitável que isso vá desapontar algumas pessoas. Elas não estão interessadas na explicação racional do cristianismo. Querem saber o que responder quando alguém diz: “A igreja está cheia de gente hipócrita!”. Não há nada de errado com essa questão; mas o fato é que essas questões práticas são logicamente secundárias às questões teóricas e não podem, em nosso espaço limitado, ocupar o centro das atenções. O uso prático da apologética deve fazer parte dos cursos e livros sobre evangelização.afinal, para que serve a apologética?Algumas pessoas depreciam a importância da apologética como uma disciplina meramente teórica. “Ninguém vem a Cristo por meio de argumentos”, elas dizem. “As pessoas não estão interessadas no que é verdade, mas no que funciona para elas. Elas não querem respostas intelectuais; querem ver o cristianismo na prática”. Creio que a atitude demonstrada nessas afirmações é tanto míope quanto equivocada. Deixe-me expor três papéis vitais que a disciplina da apologética tem hoje.1. Formar a cultura. Os cristãos precisam enxergar além dos seus contatos evangelísticos imediatos para captar o quadro mais amplo do pensamento e cultura ocidentais. Em geral, a cultura ocidental é profundamente pós-cristã. É o produto do Iluminismo, que introduziu na cultura europeia o fermento do secularismo que a essa altura já permeou toda a sociedade ocidental. A marca do Iluminismo foi o “livre pensamento”, isto é, a busca do conhecimento apenas por meio da razão humana desimpedida. Embora não seja de forma alguma inevitável que tal busca leve obrigatoriamente a conclusões não cristãs e embora os pensadores iluministas fossem em sua maioria teístas, o impacto generalizado da mentalidade iluminista tem sido que os intelectuais ocidentais não consideram o conhecimento teológico como algo possível de se obter. A teologia não é uma fonte de conhecimento genuíno e portanto não é uma ciência (em alemão, uma Wissenschaft). A razão e a religião são portanto incompatíveis entre si. Somente as deliberações das ciências físicas são aceitas como orientações determinantes para a nossa compreensão do mundo, e a pressuposição segura é que o retrato de mundo que emerge das ciências genuínas é um retrato amplo e profundamente naturalístico. Quem sai em busca da razão de forma incansável e inabalável até o fim será obrigatoriamente ateu, ou agnóstico, na melhor das hipóteses.Por que essas considerações sobre cultura são importantes? Simplesmente porque o evangelho nunca é ouvido isoladamente. Sempre é ouvido contra o pano de fundo do ambiente cultural em que a pessoa vive. Uma pessoa criada num ambiente cultural em que o cristianismo ainda é visto como uma opção intelectual viável tem uma abertura para o evangelho que a pessoa secularizada não tem. À pessoa secular se pode sugerir que acredite tanto em Jesus Cristo quanto em fadas e duendes! Ou, para dar uma ilustração mais realista, é como sermos abordados na rua por um adepto do movimento Hare Krishna que nos convida a crer em Krishna. Tal convite nos parece bizarro, esquisito e até engraçado. Mas a uma pessoa nas ruas de Déli, tal convite pareceria, eu suponho, muito razoável e seria motivo para uma reflexão séria. Temo que os evangélicos pareçam quase tão esquisitos às pessoas nas ruas de Bonn, Estocolmo e Paris como os adeptos de Krishna.O que nos espera na América do Norte, se continuarmos escorregando de forma descontrolada para o secularismo, já é evidente na Europa. Embora a maioria dos europeus mantenha uma filiação nominal ao cristianismo, somente 10% são cristãos praticantes, e menos da metade desses têm orientação teológica evangélica. A tendência mais significativa na afiliação religiosa europeia é o crescimento dos que eram classificados como “não religiosos” de efetivamente 0% da população em 1900 para mais de 22% hoje. Como resultado, o evangelismo é incomensuravelmente mais difícil na Europa do que nos Estados Unidos. Tendo vivido durante treze anos na Europa, onde preguei evangelisticamente nos campi universitários em todo o continente, posso testificar pessoalmente de como é duro o solo. É até difícil fazer com que se ouça o evangelho.Os Estados Unidos estão seguindo a certa distância nessa mesma estrada, com o Canadá em algum ponto entre os dois. Se não quisermos que a situação se deteriore ainda mais, é imperativo que formemos todo o clima intelectual da nossa cultura de tal maneira que o cristianismo continue sendo uma opção viva para homens e mulheres pensantes.introdução 17É por essa razão que os cristãos que depreciam o valor da apologética porque “ninguém vem a Cristo por meio de argumentos” são tão míopes. Pois o valor da apologética se estende muito além dos contatos evangelísticos imediatos da pessoa. A tarefa mais ampla da apologética cristã é ajudar a criar e manter um ambiente cultural em que o evangelho possa ser ouvido como uma opção intelectualmente viável para homens e mulheres pensantes.No seu artigo “Christianity and Culture”, na véspera da controvérsia fundamentalista, J. Gresham Machen, o grande teólogo de Princeton, advertiu solenemente: Ideias falsas são o maior obstáculo à recepção do evangelho. Podemos pregar com o fervor de um reformador e mesmo assim ganhar somente alguém que está vagando aqui e acolá, se permitirmos que todo o pensamento coletivo da nação ou do mundo seja controlado por ideias que, pela força irresistível da lógica, impedem que o cristianismo seja considerado algo mais do que um engano inofensivo.Infelizmente, ninguém deu ouvidos à advertência de Machen, e o cristianismo bíblico retraiu-se para os cubículos intelectuais do fundamentalismo. O anti-intelectualismo e a erudição de segunda classe se tornaram a norma.Já no seu tempo, Machen observou que “muitos gostariam que os seminários combatessem os erros por meio do ataque a eles, a exemplo do que ensinam seus expoentes populares”, em vez de confundir os alunos “com uma porção de nomes alemães desconhecidos fora dos muros da universidade”. Machen insistiu, porém, que, pelo contrário, é crucial que os cristãos estejam atentos ao poder de uma ideia antes que ela ganhe expressão popular. O procedimento dos estudiosos, disse ele,está baseado simplesmente em uma profunda convicção de que ideias têm a capacidade de se infiltrar. O que hoje é um tema de especulação acadêmica começa amanhã a mover exércitos e derrubar impérios. Nesse segundo estágio, ele já foi longe demais para ser combatido;a hora de detê-lo era quando ele ainda era um tema de debate entusiasmado. Por isso, como cristãos devemos tentar moldar o pensamento do mundo para fazer que a aceitação do cristianismo seja mais do que algo logicamente absurdo.Na Europa vimos o resultado amargo da secularização, que agora ameaça a América do Norte.


 

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